
Ibovespa segue em alta e bate novo recorde histórico do país
Reprodução: REUTERS / Amanda Perobelli)
Resumo
Dólar e Ibovespa: O dólar comercial fechou em baixa, atingindo R$ 5,27, o menor nível desde junho de 2024, enquanto o Ibovespa subiu 1,60%, alcançando 157.749 pontos, um novo recorde histórico.
Influência externa: A queda do dólar reflete a menor aversão ao risco dos investidores, influenciada pela expectativa de resolução do "shutdown" nos EUA, que persiste há 42 dias devido à falta de acordo sobre o orçamento no Congresso norte-americano.
Otimismo no cenário interno: A alta do Ibovespa reflete o otimismo com a economia brasileira, sustentado pela manutenção da taxa Selic em 15% pelo Banco Central e pela desaceleração do IPCA em outubro, que foi a menor taxa para o mês em quase 30 anos.
O dólar comercial encerrou o pregão desta terça-feira (11) cotado em aproximadamente R$ 5,27, o menor nível desde junho de 2024, quando finalizou o dia a R$ 5,24. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, registrou uma alta de 1,60%, fechando aos 157.749 pontos, renovando a máxima histórica, com o 12º recorde consecutivo.
Clima externo influencia no resultado
O dólar recuou cerca de 0,64% nesta terça, sendo negociado na faixa de R$ 5,27. A valorização do real frente à moeda americana reflete menor aversão ao risco por parte dos investidores, favorecida pela expectativa de que o governo dos EUA avance em uma solução para o “shutdown”.
- O termo "shutdown" designa uma paralisação parcial das atividades do governo dos EUA, ocorrendo quando o Congresso não chega a um consenso sobre o orçamento anual ou financiamento provisório para gastos públicos.
Na última segunda-feira (10), o Senado norte-americano aprovou uma medida provisória que pode encerrar o impasse. O texto agora retorna à Câmara antes de seguir para a sanção do presidente dos EUA, Donald Trump.
Ibovespa atinge novo recorde com otimismo sobre cenário interno
O Ibovespa subiu 1,60% nesta terça, fechando em 157.748 pontos, e chegou a ultrapassar 158 mil pontos durante o pregão. A alta reflete a confiança dos investidores sobre os últimos dados da economia brasileira.
Na última quarta-feira (5), o Banco Central manteve a taxa básica de juros do país em 15%. Embora esse seja o maior nível em quase 20 anos, a não alteração sugere que pode haver uma queda nos números da Selic nos próximos meses.
Além disso, nesta terça, o IBGE divulgou o IPCA de outubro, que registrou um crescimento de 0,9%, representando uma desaceleração de 0,39% em comparação a setembro. Este foi o menor crescimento para o mês de outubro em quase 30 anos.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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