Resumo
Decisão do Banco Central reduziu a taxa Selic de 14,50% para 14,25%, provocando alta do dólar, que fechou a R$5,17 após o anúncio.
Mercado financeiro e analistas, como a colunista Juliana Rosa, aguardam a divulgação da ata do Copom e do Relatório de Inflação para entender as justificativas da medida e as projeções econômicas.
Pressão sobre o real foi intensificada por fatores externos, incluindo a manutenção dos juros pelo Federal Reserve e o sinal de possível alta futura, o que fortaleceu o dólar em relação a outras moedas.
O mercado financeiro aguarda a justificativa do Banco Central nos próximos dias sobre o comunicado da última quarta-feira (17) que reduziu a taxa básica de juros, a Selic, de 14,50% para 14,25%. Após a decisão, o dólar disparou e fechou na quinta-feira (18) a R$5,17.
Segundo a colunista de economia da BandNews FM, Juliana Rosa, o setor aguarda a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), prevista para a próxima terça-feira (23), e do Relatório de Inflação, na quinta-feira (25).
Para a jornalista, o comunicado do BC sobre a Selic, cortando os juros, mas aumentando as estimativas da inflação até 2028, foi o principal fator para o resultado da moeda norte-americana. Ela alega que 'ruído é a pior coisa que tem na economia'.
No cenário global, a pressão sobre o real também foi impulsionada pelo Federal Reserve (FED), o banco central americano, que decidiu manter a taxa básica entre 3,50% e 3,75% ao ano nos EUA. Apesar da decisão, o órgão sinalizou a possibilidade de aumentar as alíquotas devido à persistência da alta de preços local, o que fortaleceu o dólar globalmente.
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