Em "O É da Coisa" nesta sexta-feira (18), Reinaldo Azevedo analisa a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a aplicação de medidas cautelares contra o ex-presidente Jair Bolsonaro que incluem o uso de tornozeleira eletrônica. O jornalista deixa claro que a medida está relacionada às tentativas de Bolsonaro e de um dos filhos, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), de interferir no andamento do processo judicial, e não a uma suposta fuga do ex-presidente.
O âncora destaca que o parlamentar licenciado busca o auxílio de um governo estrangeiro para coagir juízes brasileiros. "Não foi o risco de fuga que determinou as medidas cautelares contra Jair Bolsonaro. Isso é mentira!", diz o jornalista.
Durante o programa, Reinaldo destaca o embasamento jurídico a que apelou Moraes, lembrando que havia fundamentos claros e suficientes para que fosse decretada até mesmo a prisão preventiva.
O âncora destaca o trecho no qual Alexandre de Moraes demonstra a clara tentativa de interferência do ex-presidente. "As ações de Jair Messias Bolsonaro demonstram que o réu está atuando dolosa e conscientemente, de forma ilícita, conjuntamente com seu filho Eduardo", afirmou o magistrado na decisão.
Reinaldo enfatiza a gravidade das ações de Bolsonaro e de seu filho, afirmando ser "arreganhadamente óbvia" a tentativa de obstrução da investigação, reiterando que as medidas cautelares foram uma alternativa à prisão preventiva, que poderia ter sido decretada diante da gravidade das ações dos envolvidos.
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