Resumo
Anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a destruição de navios que tentarem cruzar o Estreito de Ormuz em direção ao Irã ou saindo do país, medida considerada ilegal pelo regime iraniano.
Declarações de Trump afirmaram a eliminação de 158 embarcações militares iranianas e classificaram os navios de ataque rápido do Irã como ameaça reduzida, além de ressaltar o uso de métodos rápidos e brutais contra embarcações hostis, comparando-os a operações contra tráfico de drogas.
Reação do Irã incluiu promessa da Guarda Revolucionária de responder com rigor a qualquer aproximação militar inimiga, enquanto a passagem de petroleiros pelo estreito continuou sob tensão, com um navio conseguindo atravessar e outro retornando após o anúncio do bloqueio.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (13) que destruirá navios que tentarem passar pelo Estreito de Ormuz em direção ao Irã ou saindo do país persa. A medida passou a valer desde as 11h (Brasília) e foi chamada de "ilegal e um exemplo de pirataria" pelo regime iraniano.
Segundo Trump, os EUA já eliminaram 158 embarcações militares iranianas e os chamados "navios de ataque rápido" de Teerã não são considerados "uma grande ameaça" pela Casa Branca.
"Aviso: Se algum desses navios (iranianos) se aproximar do nosso BLOQUEIO, será imediatamente ELIMINADO, usando o mesmo sistema de eliminação que usamos contra os traficantes de drogas em barcos no mar. É rápido e brutal. P.S.: 98,2% das drogas que entravam nos EUA por via marítima ou oceânica PARARAM!", escreveu Trump.
O Irã prometeu impedir a ação. Segundo a agência Fars, A Guarda Revolucionária iraniana disse que qualquer embarcação militar inimiga que tentar se aproximar do estreito "será tratada com rigor e firmeza".
Mesmo após o bloqueio anunciado por Trump, um petroleiro atravessou o Estreito de Ormuz na tarde desta segunda-feira, segundo a CNN. Por outro lado, um petroleiro registrado em Botsuana retornou ao tentar atravessar Ormuz.
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