
Pix
Bruno Peres/Agência Brasil
Resumo
Plataforma digital de tributação é desenvolvida pelo governo federal para suportar a reforma tributária, prometendo ser 150 vezes maior que o Pix.
Gerenciamento de impostos sobre o consumo será feito pela nova ferramenta, substituindo PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, exigindo uma infraestrutura robusta devido à complexidade do sistema.
Implementação da reforma tributária contará com este sistema central, envolvendo técnicos da Receita Federal, mercado financeiro e engenheiros de Big Techs, visando transparência e eficiência na cobrança de impostos.
O governo federal está desenvolvendo uma nova plataforma digital para cobrança de impostos sobre produtos e serviços, que promete ser 150 vezes maior que o Pix, sistema de transferências em tempo real do Banco Central. O objetivo é dar suporte operacional aos tributos previstos na reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional.
A ferramenta será responsável por gerenciar os futuros impostos sobre o consumo, que vão substituir PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. A complexidade do sistema é considerada sem precedentes no país e exigirá infraestrutura de grande porte para lidar com a imensa quantidade de operações comerciais que serão registradas diariamente.
Envolvimento de especialistas e Big Techs
Para viabilizar o projeto, milhares de pessoas estão envolvidas, entre técnicos da Receita Federal, representantes do mercado financeiro e engenheiros de Big Techs, as maiores empresas de tecnologia do mundo. A expectativa é de que a plataforma opere em tempo real, garantindo rastreabilidade, transparência e agilidade no recolhimento dos tributos.
Segundo integrantes do governo, o sistema deverá ter capacidade para processar trilhões de transações anualmente, o que justifica a comparação com o Pix — considerado hoje uma das maiores inovações financeiras brasileiras.
Reforma tributária em prática
O novo mecanismo será peça central para a implementação da reforma tributária, que busca simplificar e unificar a cobrança de impostos sobre consumo no Brasil. A mudança pretende reduzir a burocracia, aumentar a eficiência e dar maior previsibilidade ao setor produtivo.
Ainda não há data oficial para o lançamento, mas a expectativa é de que o sistema entre em operação junto com a transição para os novos tributos, em um processo gradual que deve se estender pelos próximos anos.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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