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Ibama autoriza perfuração da Petrobras na Foz do Amazonas após rigorosa análise ambiental

Licença para o bloco FZA-M-059 marca avanço na exploração da margem equatorial; ministro Alexandre Silveira comemora decisão e fala em “soberania energética”

Da Redação
DA REDAÇÃO

20/10/2025 • 18:42 • Atualizado em 20/10/2025 • 18:42

Ibama concede autorização para que governo explore foz do Rio Amazonas

Ibama concede autorização para que governo explore foz do Rio Amazonas

Foto: Petrobras

Resumo

Licença ambiental concedida: O Ibama autorizou a Petrobras a perfurar um poço na Bacia da Foz do Amazonas, visando explorar petróleo e gás natural.

Início imediato da perfuração: Localizado no bloco FZA-M-059, o poço ficará em águas profundas e a perfuração, que começa imediatamente, terá duração de cinco meses.

Reações políticas positivas: O Ministro de Minas e Energia e o presidente do Senado comemoraram a autorização, destacando o potencial econômico e a importância estratégica para a soberania energética do Brasil.

O Ibama concedeu nesta segunda-feira (20) licença ambiental para a Petrobras perfurar um poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá. A autorização, aguardada há meses pelo governo federal, representa um passo decisivo para o início das atividades de pesquisa na margem equatorial, região considerada estratégica para o futuro energético do país.

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Perfuração começa imediatamente

O poço autorizado está localizado no bloco FZA-M-059, em águas profundas, a cerca de 500 quilômetros da foz do Rio Amazonas e 175 quilômetros da costa. A perfuração deve começar imediatamente e terá duração estimada de cinco meses.

O Ibama informou que a licença foi concedida após um processo rigoroso de avaliação técnica e ambiental. Em agosto, mais de 400 profissionais participaram de uma simulação de vazamento de óleo no mar, etapa exigida antes da liberação da operação.

Nessa fase inicial, o objetivo é obter dados geológicos e verificar se há petróleo e gás natural em volume comercial — não havendo, portanto, extração nem produção efetiva de óleo neste momento.

Governo e Congresso comemoram avanço

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, comemorou a autorização e afirmou que a margem equatorial “representa o futuro da soberania energética brasileira”. Segundo ele, o país “não pode abrir mão de conhecer o potencial da região”, que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), também celebrou a decisão, ressaltando que o projeto pode impulsionar o desenvolvimento econômico do Norte e do Nordeste do país. O parlamentar foi um dos principais articuladores políticos para destravar o licenciamento ambiental junto ao governo federal.

Potencial econômico e cautela ambiental

A chamada margem equatorial brasileira é uma das áreas mais promissoras do Atlântico, com características geológicas semelhantes às das bacias petrolíferas da Guiana e do Suriname — países que vêm registrando forte crescimento econômico após descobertas recentes de grandes reservas.

Analistas apontam que a exploração da região pode transformar o Amapá em um novo polo energético, desde que o processo seja conduzido com segurança ambiental e respeito às comunidades locais. O governo federal afirma que o licenciamento seguirá sob monitoramento constante do Ibama.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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