
Dólar
REUTERS/Lee Jae-Won
Resumo
Fechamento do Ibovespa ocorreu com alta de 0,33%, aos 198.657 pontos, após dia volátil marcado por mínima de 198.001,48 pontos e recuperação ao longo do pregão.
Movimento do dólar comercial apresentou queda de 0,07%, cotado a R$ 4,99, refletindo otimismo externo, baixa durante o dia e fluxo de capitais para o país.
Valorização de ações de empresas de commodities, expectativa de estímulos na China, recuperação do petróleo, divulgação de dados de inflação, próximos passos do Banco Central, reformas no Congresso e notícias políticas e econômicas influenciaram o desempenho dos mercados.
O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores do país, fechou o pregão desta terça-feira (14) em alta de 0,33%, aos 198.657 pontos. O dia foi marcado pela volatilidade, com o índice abrindo na mínima de 198.001,48 pontos e se recuperando ao longo do dia.
No mercado de câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,07%, cotado a R$ 4,99 para venda. A moeda norte-americana operou em baixa durante a maior parte do dia e se aproximou da estabilidade, refletindo o otimismo no cenário externo e o fluxo de capitais para o país.
Cenário Interno e Externo
A alta da bolsa brasileira foi impulsionada principalmente por ações de empresas ligadas a commodities, que se valorizaram no mercado internacional. A expectativa de novos estímulos econômicos na China e a recuperação dos preços do petróleo contribuíram para o bom humor dos investidores.
No cenário interno, o mercado repercutiu a divulgação de dados de inflação e a expectativa para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, que definirá a taxa básica de juros, a Selic. A divulgação de novos dados de emprego nos EUA e a ata da última reunião do Federal Reserve estão no radar e podem influenciar o humor dos mercados.
No Brasil, as atenções se voltam para a tramitação de reformas no Congresso Nacional e para os próximos passos do governo na área econômica. A expectativa é que o mercado continue reagindo às notícias políticas e econômicas, com a bolsa de valores e o dólar sensíveis a qualquer mudança de rumo.


