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Ibovespa renova recorde histórico e fecha aos 148.780 pontos

Em dia de otimismo no cenário doméstico, principal índice da bolsa brasileira atingiu nova máxima; dólar sobe e fecha o dia cotado a R$ 5,38

Da Redação
DA REDAÇÃO

30/10/2025 • 18:45 • Atualizado em 30/10/2025 • 18:45

Bolsa de Valores de São Paulo

Bolsa de Valores de São Paulo

REUTERS/Carla Carniel

Resumo

Ibovespa alcança novo recorde: O principal índice da bolsa de valores do Brasil, Ibovespa, fechou em alta, estabelecendo um recorde pelo quarto dia consecutivo, impulsionado por expectativas sobre a política de juros nos EUA e desempenho de ações importantes.

Influência do cenário externo e interno: Decisão do Federal Reserve de cortar a taxa de juros e o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, que resultou em acordos comerciais, influenciaram positivamente o mercado, além do bom desempenho de empresas como a Vale.

Valorização do dólar: Ao mesmo tempo, o dólar comercial fechou o dia em alta, impactado pelos dados menos favoráveis do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, que mostraram uma queda na criação de empregos em relação ao ano anterior.

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira (B3), fechou em alta nesta quinta-feira (30), estabelecendo um novo recorde histórico de fechamento pela quarta sessão consecutiva.

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O índice subiu 0,10%, para 148.780,22 pontos. O otimismo foi impulsionado por uma combinação de fatores, incluindo a expectativa sobre a política de juros nos Estados Unidos e o bom desempenho de ações de grande peso.

Em contrapartida, o dólar comercial encerrou o dia com valorização de 0,40%, cotado a R$ 5,3812.

CENÁRIO EXTERNO E INTERNO IMPULSIONAM BOLSA

O bom humor no mercado financeiro foi influenciado, em grande parte, pelo cenário internacional. A decisão do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, de cortar a taxa de juros do país na véspera animou investidores, pois juros mais baixos na maior economia do mundo tendem a aumentar o fluxo de capital para mercados emergentes, como o Brasil.

Embora o presidente do Fed, Jerome Powell, tenha adotado um tom cauteloso sobre novos cortes, o movimento inicial foi suficiente para sustentar o apetite por risco.

Outro ponto que influenciou no resultado foi a reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping. O norte-americano concordou em reduzir as taxas dos produtos chineses, enquanto o chinês se comprometeu a comprar soja dos EUA e a liberar minerais considerados “raros” para a construção de novas tecnologias.

No cenário doméstico, o avanço de ações de grande relevância no índice, as chamadas "pesos-pesados", como a Vale (VALE3), garantiram os ganhos e a nova máxima histórica, mesmo com um dia negativo em Wall Street.

DÓLAR SOBE APÓS DADOS DE EMPREGO

O dólar operou em alta durante o dia. A moeda norte-americana ganhou força após a divulgação de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mostraram que criação de empregos caiu 15,6% se comparado com o mesmo período de 2024.

Este texto foi gerado por Inteligência Artificial e revisado pela Band.

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