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Mercado reduz projeção da inflação para 2025, mas índice segue acima da meta

Boletim Focus do Banco Central aponta ainda dólar a R$ 5,50 e PIB estável em 2,16%.

Por Redação
REDAÇÃO

15/09/2025 • 20:34 • Atualizado em 15/09/2025 • 20:34

Banco Central

Banco Central

Agência Brasil

Resumo

Redução na projeção da inflação para 2025 foi registrada no Boletim Focus do Banco Central, caindo de 4,85% para 4,83%, ainda acima do teto da meta de 4,5%.

Estabilidade nas expectativas econômicas para 2026, com a inflação prevista em 4,30% e manutenção da previsão do PIB em 2,16% para 2025, enquanto a taxa Selic deve permanecer em 15% ao ano.

Queda na expectativa para a cotação do dólar em 2025, ajustada de R$ 5,55 para R$ 5,50, com a moeda operando em queda no mercado à vista, cotada em cerca de R$ 5,30.

Os analistas do mercado financeiro reduziram a projeção da inflação para 2025 de 4,85% para 4,83%, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (15) no Boletim Focus do Banco Central. Apesar do recuo, a expectativa segue acima do teto da meta oficial, fixada em 4,5%.

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Para 2026, a projeção de inflação permaneceu em 4,30%. O documento, publicado semanalmente, reúne as estimativas das principais instituições financeiras do país sobre os principais indicadores econômicos.

PIB e juros estáveis

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a expectativa foi mantida em 2,16% para 2025. Já a previsão para a taxa básica de juros (Selic) segue em 15% ao ano, patamar que deve ser confirmado na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para esta quarta-feira (17).

A manutenção da Selic em nível elevado reflete a cautela do Banco Central diante das incertezas fiscais e do cenário internacional.

Dólar em queda

O Boletim Focus também revisou a expectativa para a cotação do dólar em 2025, que passou de R$ 5,55 para R$ 5,50. No mercado à vista, a moeda americana opera em queda e gira em torno de R$ 5,30 nesta segunda-feira.

Contexto econômico

As projeções do Focus chegam em meio à expectativa sobre as decisões do Copom. Caso a Selic seja mantida em 15%, será o terceiro encontro consecutivo sem cortes na taxa de juros. O Banco Central tem reforçado que a política monetária precisa permanecer restritiva até que haja sinais consistentes de convergência da inflação para a meta.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.