
Calor em São Paulo no Natal
Paulo Pinto/Agência Brasil
Resumo
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve o alerta laranja de perigo neste domingo (28) devido a uma onda de calor intensa que deve atingir cerca de 1.300 cidades em sete estados brasileiros, com temperaturas até 5°C acima da média por três a cinco dias consecutivos.
Os estados mais afetados são São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, onde o calor excessivo eleva os riscos de desidratação, insolação, hipertermia, agravamento de problemas cardíacos e respiratórios, além de favorecer queimadas pela baixa umidade do ar.
A Defesa Civil e o Ministério da Saúde recomendam à população aumentar a ingestão de líquidos, evitar exposição ao sol entre 10h e 16h, usar roupas leves e claras, consumir alimentos frescos e cuidar especialmente de crianças, idosos e animais de estimação devido à vulnerabilidade aos efeitos do calor.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve, neste domingo (28), o alerta laranja de 'perigo' para uma intensa onda de calor que deve atingir quase 1.300 cidades em sete estados brasileiros.
O aviso indica que as temperaturas podem ficar até 5°C acima da média por um período de três a cinco dias consecutivos, representando um risco à saúde da população, principalmente das regiões Sudeste e Centro-Oeste do país. A condição climática é provocada por uma massa de ar quente e seca que atua sobre grande parte do Brasil.
O alerta laranja do Inmet significa uma situação meteorológica perigosa. A recomendação é que a população se mantenha atenta aos riscos que as altas temperaturas podem causar, especialmente para grupos vulneráveis como crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.
Regiões em alerta e os riscos
Os estados mais afetados pela onda de calor, segundo o Inmet, são São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. A lista de cidades sob o aviso é extensa e inclui capitais e grandes centros urbanos.
O calor excessivo aumenta o risco de desidratação, insolação, hipertermia e pode agravar problemas cardíacos e respiratórios. A persistência do tempo seco, associada às altas temperaturas, também contribui para a baixa umidade do ar e para a piora da qualidade do ar, favorecendo o surgimento de queimadas.
Recomendações para a população
Diante do cenário, a Defesa Civil e o Ministério da Saúde reforçam uma série de cuidados que devem ser adotados pela população para minimizar os impactos do calor extremo. A principal orientação é aumentar a ingestão de líquidos, principalmente água, mesmo sem sentir sede. Também é fundamental evitar a exposição direta ao sol nos horários de pico, entre 10h e 16h.
Outras recomendações incluem o uso de roupas leves, de cores claras, e a preferência por alimentos leves e frescos. É crucial dar atenção especial às crianças, idosos e animais de estimação, que são mais suscetíveis aos efeitos do calor.
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