
Zambelli foi alvo das medidas por ter apontado uma pistola contra um opositor.
Foto: Reprodução
Resumo
O julgamento sobre a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli está agendado para amanhã na Itália, com a decisão da Justiça italiana definindo se ela será enviada ao Brasil após ser presa em Roma.
A cidadania italiana de Carla Zambelli e os adiamentos anteriores do processo são fatores que influenciam a expectativa em torno do caso.
As condenações de Zambelli pelo STF somam 15 anos e 3 meses de prisão, sendo motivadas pela invasão do sistema do CNJ com um hacker e pelo episódio em que perseguiu um homem armado durante o segundo turno das eleições de 2022.
O julgamento sobre a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) está marcado para esta terça-feira (10) na Itália. Presa em Roma, a decisão da Justiça italiana definirá se a ex-parlamentar, que também possui cidadania do país europeu, será extraditada para o Brasil. Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 15 anos e 3 meses de prisão, motivando o pedido de extradição.
A expectativa é alta, visto que o processo já foi adiado por quatro vezes. A cidadania italiana da ex-deputada pode ser um fator relevante na determinação da corte.
Condenações que levaram ao pedido de extradição
Carla Zambelli foi condenada em duas sentenças, totalizando 15 anos e 3 meses de prisão. Uma das condenações está ligada à invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em conjunto com um hacker. O objetivo era emitir uma ordem de prisão falsa contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes.
A outra condenação refere-se a um incidente durante o segundo turno das eleições de 2022, quando Zambelli perseguiu um homem com arma em punho. Esses crimes resultaram no pedido de extradição formalizado pelas autoridades brasileiras.
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