
Samarco devolve quase R$ 1 bilhão aos atingidos
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A Justiça britânica retomou nesta quarta-feira (5), o julgamento sobre a responsabilização da mineradora BHP em relação ao rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), em 2015. A Samarco é uma empresa parceira da brasileira Vale com a subsidiária da BHP no Brasil.
A ação foi impetrada pelo escritório de advocacia Pogust Goodhead, que representa comunidades, municípios, igrejas e empresas atingidas na tragédia, cobrando mais de R$ 260 bilhões em indenizações da BHP.
A Vale não é ré nesta ação, mas outro processo foi postulado pelo PG contra a mineradora brasileira na justiça holandesa, tendo em vista que a Vale tem subsidiaria na naquele país.
Em 2024, após uma ação movida em paralelo no Brasil, Samarco, Vale e BHP fecharam um novo acordo com o poder público para a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem, em um valor total de R$ 170 bilhões.
O caso ocorreu em 2015, quando a barragem de Fundão se rompeu, provocando o derramamento imediato de aproximadamente 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração e a lama contaminou o Rio Doce e afluentes e chegou ao Oceano Atlântico. Na ocasião, 19 pessoas morreram.
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