
Kremlin acusa OTAN de agir contra a Rússia após invasões de drones em países membros
Reuters
Resumo
Afiramações do Kremlin: O porta-voz Dmitry Peskov declarou que a OTAN está envolvida, direta e indiretamente, contra a Rússia na guerra da Ucrânia, aumentando a tensão entre Moscou e a aliança ocidental.
Invasões de drones e reações: Drones russos invadiram o espaço aéreo de membros da OTAN, como Polônia e Romênia, levando a acusações de uma expansão deliberada da guerra por parte da Rússia, segundo o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, e violações da soberania da UE, segundo Ursula von der Leyen.
Resposta da OTAN: Em resposta às ameaças, a OTAN fortaleceu as medidas de segurança e cooperação entre os países membros, incluindo a ampliação do intercâmbio de informações, particularmente entre Alemanha, França, Dinamarca e Reino Unido, e intensificou o monitoramento do espaço aéreo regional.
O Kremlin afirmou nesta segunda-feira (15) que tem “certeza” de que a OTAN atua de forma direta e indireta contra a Rússia no contexto da guerra na Ucrânia. A declaração foi feita pelo porta-voz Dmitry Peskov, em meio ao aumento da tensão entre Moscou e a aliança militar ocidental.
O posicionamento ocorre após episódios recentes de invasões de drones russos em espaços aéreos de países membros da OTAN. Na semana passada, a Polônia denunciou a entrada de aeronaves não tripuladas vindas da Rússia, e neste fim de semana a Romênia relatou incidente semelhante.
Reações internacionais
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a invasão do espaço aéreo romeno não foi um erro, mas sim uma “evidente expansão da guerra” por parte de Moscou. “Esse é um movimento deliberado, não acidental”, disse o líder ucraniano em discurso.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, classificou o episódio como uma violação da soberania da União Europeia e uma “grave ameaça à segurança regional”.
OTAN reforça medidas de proteção
Apesar das negativas do governo russo sobre qualquer intenção de atacar os países vizinhos, a OTAN anunciou o fortalecimento das medidas de proteção e cooperação entre os Estados membros. O intercâmbio de informações será ampliado principalmente entre Alemanha, França, Dinamarca e Reino Unido.
A aliança reforçou que continuará monitorando de perto o espaço aéreo da região e não descarta novas ações coordenadas para proteger a integridade territorial de seus integrantes.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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