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Leilão da nova sede administrativa do governo de SP é adiado

Este é o segundo adiamento do projeto que prevê a requalificação de uma área na região central da capital paulista para abrigar secretarias e autarquias do governo estadual

Eduardo Frumento
EDUARDO FRUMENTO

22/11/2025 • 12:22 • Atualizado em 22/11/2025 • 12:22

Leilão da nova sede administrativa do Governo de São Paulo é adiado

Leilão da nova sede administrativa do Governo de São Paulo é adiado

Foto: projeção Gov SP

O Governo de São Paulo promete anunciar nos próximos dias a nova data para a realização do leilão que vai escolher o responsável pela construção do Novo Centro Administrativo Campos Elísios, na região central da capital paulista. O anúncio do adiamento do certame foi oficializado na noite desta sexta-feira (21), apenas três dias antes da data prevista para a entrega das propostas dos interessados pela obra.

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Segundo a Secretaria de Parcerias e Investimentos, a medida atende a um pedido de empresas interessadas no projeto, que alegaram precisar de mais tempo para finalizar as propostas e reunir os documentos necessários para a participação na concorrência.

O projeto orçamento em quase R$ 6 bilhões prevê a requalificação de uma área no entorno da Praça Princesa Isabel, no Centro, para abrigar as secretarias e autarquias do governo paulista. A ideia é reunir cerca de 22 mil servidores públicos em novos prédios que serão construídos pelo consórcio vencedor de um leilão na Bolsa de Valores.

Este é o segundo adiamento do cerramento, que antes estava previsto para a próxima quinta-feira (28). Quando do lançamento do edital, em junho, a ideia era licitar a obra já em outubro.

Ao longo da semana, integrantes do Palácio dos Bandeirantes se mostravam confiantes com o sucesso da PPP, que é apontada como a maior da área de requalificação urbana no estado. A expectativa era de que duas companhias participassem do leilão, com potencial para atrair até quatro consórcios concorrentes.

O plano prevê que o vencedor construa e administre os prédios por até trinta anos, mediante um pagamento mensal do governo de São Paulo. Pelo cronograma oficial, as obras começariam em 2027 e seria entregues até 2030.

O projeto prevê economia com manutenção e a devolução de mais de 40 prédios atualmente alugados e que servem aos órgãos estaduais. Ao mesmo tempo que o Palácio dos Bandeirantes, sede atual do Executivo estadual, poderia virar um museu.

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