
Megaoperação contra o CV na favela da Penha
REUTERS/Aline Massuca
Resumo
Sete líderes do Comando Vermelho foram transferidos, nesta quarta-feira (12) de Bangu 1, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, para presídios federais.
Medida faz parte de estratégia do Governo Estadual que visa enfraquecer a hierarquia da facção e interromper ordens criminosas originadas nas prisões.
Operação contou com um esquema de segurança para o transporte dos presos, que juntos somam mais de 428 anos de penas, até o Aeroporto Internacional do Galeão.
Sete líderes do Comando Vermelho foram transferidos, nesta quarta-feira (12) de Bangu 1, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, para presídios federais. A medida foi tomada em resposta aos ataques violentos registrados em várias partes da cidade e em outras regiões do estado, que ocorreram após a megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha.
A transferência faz parte de uma estratégia do Governo Estadual do Rio de Janeiro para enfraquecer a hierarquia do Comando Vermelho dentro do sistema prisional e interromper o fluxo de ordens criminosas. As investigações apontaram que os chefes da facção estavam organizando ações de dentro da prisão.
Os presos, que somam mais de 428 anos de pena combinados, foram transportados sob forte esquema de segurança até o Aeroporto Internacional do Galeão, na Zona Norte, de onde embarcaram em um avião da Polícia Federal com destino às prisões.
A operação foi autorizada pela Vara de Execuções Penais e tem como objetivo dificultar a continuidade das ordens de ataques de dentro das unidades prisionais.
Entre os criminosos transferidos estão Arnaldo da Silva Dias, o Naldinho, Carlos Vinicius Lírio da Silva, conhecido como Cabeça de Sabão, Eliezer Miranda Joaquim, apelidado de Criam e Fabricio de Melo de Jesus, o Bichinho. Além de exercerem cargos de liderança na facção, eles são acusados de ordenar represálias e ataques violentos em diversas áreas do Rio, como parte de uma reação à megaoperação.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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