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Lula brinca com Trump e diz que pode “falar mais grosso” por ser mais velho que o americano

Durante cerimônia sobre crédito imobiliário, presidente reforçou que o diálogo é o caminho para superar ruídos entre Brasil e EUA

Por Redação
REDAÇÃO

10/10/2025 • 21:12 • Atualizado em 10/10/2025 • 21:12

Lula brinca que pode “falar mais grosso” que Trump por ser mais velho

Lula brinca que pode “falar mais grosso” que Trump por ser mais velho

Arquivo/Reuters

Resumo

Brincadeira diplomática: Durante uma cerimônia sobre um novo programa de crédito imobiliário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma brincadeira com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a idade, ressaltando a necessidade de diálogo entre as duas maiores democracias do Ocidente.

Diálogo e diplomacia: Lula destacou a importância da harmonia e disposição para o diálogo, enfatizando que não há temas proibidos para conversar, e reforçou que o Brasil não tem interesse em conflitos, priorizando a diplomacia.

Relações Brasil-EUA: Após divergências em torno de tarifas comerciais e acordos climáticos, as declarações de Lula e Trump sugerem uma reaproximação institucional e alinhamento estratégico em pautas de interesse comum, como comércio de commodities e transição energética.

Durante uma cerimônia sobre o novo programa de crédito imobiliário, nesta sexta-feira (10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma brincadeira com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao afirmar que tem “idade para falar mais grosso” com o chefe da Casa Branca por ser mais velho.

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Lula contou que a conversa ocorreu recentemente e usou o tom bem-humorado para destacar que, apesar das diferenças entre os dois países, a relação deve ser guiada pelo diálogo.

“Completei 80 anos e foi o dia que eu conversei com o Trump. Eu disse a ele: ‘você vai completar 80 anos no dia 14 de junho do ano que vem. É oito meses mais novo do que eu, portanto, eu tenho idade para falar mais grosso com você’”, relatou o presidente.

“Não há tema proibido para conversar comigo”

Na sequência, Lula afirmou ter dito ao republicano que, por liderarem as duas maiores democracias do Ocidente, Brasil e Estados Unidos não podem transmitir discórdia ao mundo, mas sim harmonia e disposição para o diálogo.

“Nós precisamos conversar e colocar as coisas. Se eu tenho divergência, eu tenho que me sentar à mesa e conversar. Não tem tema proibido para conversar comigo”, declarou.

O presidente aproveitou o discurso para reforçar que o governo brasileiro não tem interesse em entrar em conflito com os Estados Unidos, e que a diplomacia deve prevalecer mesmo em momentos de tensão comercial.

Contexto das relações entre Brasil e EUA

As declarações de Lula ocorrem após uma série de trocas de declarações públicas entre os dois governos sobre temas econômicos e ambientais. Nas últimas semanas, Washington e Brasília enfrentaram divergências em torno de tarifas comerciais, acordos climáticos e investimentos em energia limpa.

Apesar das diferenças, tanto o Palácio do Planalto quanto a Casa Branca afirmam que mantêm canais abertos de diálogo. O Itamaraty avalia que as conversas recentes entre Lula e Trump sinalizam uma reaproximação institucional e um alinhamento estratégico em pautas de interesse comum, como o comércio de commodities e a transição energética.

A fala descontraída do presidente brasileiro, no entanto, também serviu como mensagem política: reforçar a imagem de liderança experiente e diplomática, capaz de dialogar de igual para igual com os principais chefes de Estado do mundo.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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