
Lula comenta relação com Trump e brinca sobre falta de "química"
Arquivo/Reuters
Resumo
Interlocução entre líderes: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva relatou uma conversa humorística com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacando inicialmente um distanciamento que se transformou em uma interação mais informal e pragmática.
Troca de humor: Durante o diálogo, Lula brincou sobre a falta de "química" com Trump, mas ressaltou que isso deu lugar a uma relação mais voltada para o pragmatismo comercial, abrindo caminho para discussões sobre comércio bilateral e energia.
Construção de diálogo: Apesar da ausência de afinidade pessoal, Lula enfatizou a importância das relações diplomáticas para estabelecer diálogos construtivos e parcerias comerciais e políticas, indicando que futuras negociações entre Brasil e Estados Unidos podem se intensificar.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva compartilhou, nesta quarta-feira (15), durante um evento no Rio de Janeiro, um relato bem-humorado sobre sua conversa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo Lula, a interação inicial parecia marcada por distanciamento, já que ambos não se conheciam bem, mas a conversa tomou um rumo mais informal e pragmático.
“A gente estava de mal, mas eu não conhecia ele”, afirmou Lula, destacando que, ao perceber que ambos têm aniversários próximos, decidiu estabelecer uma relação mais direta e sem formalidades.
Durante a conversa, Lula fez uma piada sobre a diferença de idades, dizendo a Trump:
“Eu sou oito meses mais velho do que você, então vamos nos tratar de você, sem liturgia.”
“Indústria petroquímica”
Embora o início da conversa tenha sido promissor, o presidente brasileiro brincou dizendo que “não pintou química” entre eles. Em tom descontraído, Lula completou:
“Não pintou química, pintou uma indústria petroquímica”, sugerindo que a relação com Trump seguiu um rumo mais comercial do que pessoal.
Lula também ressaltou que, apesar da falta de "química" pessoal, o encontro com Trump abriu portas para negociações mais pragmáticas e o aprofundamento de discussões sobre temas como o comércio bilateral e a energia. A declaração faz referência à expressão utilizada por Donald Trump no discurso na Assembleia-Geral da ONU, em setembro, após cruzar nos corredores com Lula. O presidente americano havia dito que ele e o brasileiro tiveram “uma química muito boa” durante a breve troca de palavras na ONU.
Reafirmação do diálogo
O presidente brasileiro enfatizou que a relação humana e diplomática com líderes globais é fundamental para estabelecer um diálogo construtivo, e que mesmo sem afinidade pessoal, é possível construir parcerias comerciais e políticas eficazes. Lula também indicou que, após a conversa inicial, outras negociações entre Brasil e Estados Unidos se intensificarão, com possíveis acordos comerciais e de energia.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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