
Lula volta ao Brasil depois de viagem à Itália
Ricardo Stuckert / PR
Resumo
Discussão de paz em Roma: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante sua visita a Roma, comentou sobre o progresso no acordo de paz entre Israel e Hamas, chamando-o de "começo promissor". Ele participou do Fórum Mundial da Alimentação e teve vários compromissos na capital italiana.
Posicionamento de Lula: Lula expressou satisfação com o cessar-fogo e a libertação de reféns em Gaza, enfatizando a importância do diálogo diplomático. Ele também reconheceu a contribuição dos EUA, especificamente a visita de Donald Trump a Israel, para impulsionar a cooperação internacional pela paz.
Defesa do Estado Palestino: O presidente brasileiro defende a criação de um Estado palestino como solução para o conflito, descrevendo as ações de Israel em Gaza como "massacre" e "genocídio". Ele espera que os países que apoiaram Israel ajudem agora a construir uma paz duradoura e participou de reuniões com autoridades europeias e da ONU antes de voltar ao Brasil.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou nesta segunda (13), em Roma, o avanço do acordo de paz entre Israel e Hamas e classificou o momento como um “começo promissor” após anos de conflito na região. O petista participa de uma série de compromissos na capital italiana, onde também discursou na abertura do Fórum Mundial da Alimentação.
Ao ser questionado sobre o cessar-fogo e a libertação de reféns em Gaza, Lula afirmou estar “feliz com o novo cenário” e destacou a importância do diálogo diplomático para alcançar uma solução definitiva.
“Nós sabemos o papel que o povo judeu tem feito, inclusive lutando contra a atitude do Netanyahu. O povo judeu, em grande parte, não concordava com aquela guerra. Eu estou feliz, porque não sei se é definitivo ou não, mas é um começo muito promissor”, afirmou o presidente.
Apoio à diplomacia e reconhecimento internacional
Lula elogiou a presença do presidente americano Donald Trump em Israel, onde o republicano discursou no Parlamento israelense. Para o líder brasileiro, o gesto representa um sinal importante de cooperação internacional em prol da paz no Oriente Médio.
“O fato de o presidente Trump ter ido a Israel, ter ido ao Parlamento e ter falado, é um sinal muito importante. Agora vai ter uma reunião no Egito com os países da Europa, e eu acho isso fundamental”, destacou Lula.
O presidente disse ainda esperar que as nações que apoiaram Israel durante a guerra “ajudem agora a construir uma paz definitiva”.
“Eu espero que aqueles que ajudaram Israel na sua posição de virulência agora ajudem a ter uma paz duradoura. Todo mundo vai ficar feliz — mais do que eu, o povo palestino e o povo judeu.”
Defesa do Estado Palestino
Lula tem sido uma das vozes mais enfáticas na defesa da criação do Estado palestino como parte de uma solução diplomática de dois Estados. Desde o início do conflito, ele vem classificando as ações de Israel em Gaza como “massacre” e “genocídio”, cobrando uma resposta internacional unificada para viabilizar a reconstrução da região e o reconhecimento político da Palestina.
O presidente brasileiro participou de reuniões com autoridades europeias e representantes da ONU em Roma antes de retornar ao Brasil.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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