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Lula viaja à França para reunião do G7

Presidente antecipa embarque de olho em eventual encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump

Da redação
DA REDAÇÃO

14/06/2026 • 18:01 • Atualizado em 14/06/2026 • 18:01

Lula cumprimenta Alckmin antes de viagem ao G7

Lula cumprimenta Alckmin antes de viagem ao G7

Ricardo Stuckert

Resumo

Viagem do presidente Lula à França acontece a convite de Emmanuel Macron para participação na reunião de líderes do G7 em Évian-les-Bains entre 15 e 16 de junho, com Geraldo Alckmin assumindo interinamente a presidência.

Possibilidade de encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é discutida para tratar sobre o novo tarifaço de 25% contra produtos brasileiros, proposto pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA.

Críticas de Lula às justificativas do governo Trump para o tarifaço são baseadas em alegações de ineficiência do Brasil no combate ao desmatamento e práticas comerciais desleais, com defesa de relação de respeito e equilíbrio entre os dois países.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva postou nas redes sociais que embarcou para a França neste domingo (14) a convite do chefe do executivo francês, Emmanuel Macron. Lula representará o Brasil na reunião de líderes dos países do G7, que ocorre entre segunda (15) e terça-feira (16), na cidade de Évian-les-Bains.

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Na postagem, Lula estava ao lado do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e disse que ele assumirá a presidência enquanto a comitiva do Planalto estiver na Europa.

Além da reunião internacional, Lula busca viabilizar um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pode acontecer já nesta segunda-feira (15). A expectativa do Planalto é de que os dois possam se reunir para tratar sobre o eventual novo tarifaço de 25% contra produtos brasileiros, proposto pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA no início de junho.

Em evento em Brasília no dia 11 de junho, Lula criticou as justificativas apresentadas pelo governo Trump para o tarifaço, que falam em suposta ineficiência do Brasil em combater o desmatamento e práticas desleais de comércio. Na ocasião, o brasileiro defendeu uma relação de respeito e equilíbrio com os EUA.