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Maduro mobiliza forças militares da Venezuela em meio a escalada de tensões com os EUA

Presidente venezuelano ordena “mobilização maciça” de tropas e sistemas de armas como resposta à presença naval de forças norte-americanas dos EUA no Caribe

Da redação
DA REDAÇÃO

11/11/2025 • 17:35 • Atualizado em 11/11/2025 • 17:35

Maduro já está há 11 anos no poder e tenta o terceiro mandato

Maduro já está há 11 anos no poder e tenta o terceiro mandato

Reuters

Resumo

Plano Independência 200: Governo venezuelano inicia mobilização massiva de tropas e armamentos em resposta à presença naval americana no Caribe, visando combater a suposta ameaça imperialista.

Mobilização militar: Deslocamento abrange forças terrestres, aéreas, navais, fluviais e de mísseis, incluindo a Milícia Bolivariana e comandos de defesa integral, com exercícios e otimização de sistemas de comando e comunicações.

Presença dos EUA: Estados Unidos mantêm presença militar significativa na região do Caribe, incluindo o porta-aviões USS Gerald R. Ford e outros navios de guerra, justificando a ação como uma medida contra o narcotráfico.

O governo da Venezuela anunciou nesta terça‑feira (11) o início de uma nova fase do denominado “Plano Independência 200”, em resposta à presença naval dos Estados Unidos no mar do Caribe.

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Governo venezuelano reage a “ameaça imperialista”

Segundo comunicado do Ministério da Defesa da Venezuela, a ordem prevê o deslocamento maciço de forças por meios terrestres, aéreos, navais, fluviais e de mísseis, além da mobilização das forças de segurança cidadã, comandos de defesa integral e da Milícia Bolivariana.

O anúncio ocorre num momento em que a Venezuela acusa os Estados Unidos de articular uma “mudança de regime” por meio de ações militares e instalação de operações no Caribe.

Por outro lado, Washington justifica suas ações como parte de um esforço para combater o narcotráfico na região e impedir que as drogas cheguem aos Estados Unidos.

Como será feita a mobilização?

De acordo com o documento divulgado pelo governo venezuelano, as medidas incluem:

  • Exercícios em terra, mar e ar, com todos os componentes militares e de segurança sob “pleno preparo operacional”.
  • Otimização dos sistemas de comando, controle e comunicações de todo o aparato militar.
  • Cobertura nacional por meio da mobilização da Milícia Bolivariana e das forças regulares, além de envolvimento das estruturas de defesa integral do Estado venezuelano.

Histórico do conflito

A presença militar dos EUA na região inclui navios‑escolta, porta‑aviões e forças navais que, segundo Caracas, configuram uma “ameaça imperialista”.

Ainda nesta terça, autoridades norte-americanas confirmaram que o maior porta‑aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, já chegou à região da América Latina. Ele se junta a oito navios de guerra, um submarino nuclear e caças supersônicos, que já estavam na região do Caribe.

Desde o início de setembro, os EUA já atacaram embarcações com supostas cargas de drogas 19 vezes. Até o momento, 76 pessoas morreram.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.