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Reuters
Resumo
Plano Independência 200: Governo venezuelano inicia mobilização massiva de tropas e armamentos em resposta à presença naval americana no Caribe, visando combater a suposta ameaça imperialista.
Mobilização militar: Deslocamento abrange forças terrestres, aéreas, navais, fluviais e de mísseis, incluindo a Milícia Bolivariana e comandos de defesa integral, com exercícios e otimização de sistemas de comando e comunicações.
Presença dos EUA: Estados Unidos mantêm presença militar significativa na região do Caribe, incluindo o porta-aviões USS Gerald R. Ford e outros navios de guerra, justificando a ação como uma medida contra o narcotráfico.
O governo da Venezuela anunciou nesta terça‑feira (11) o início de uma nova fase do denominado “Plano Independência 200”, em resposta à presença naval dos Estados Unidos no mar do Caribe.
Governo venezuelano reage a “ameaça imperialista”
Segundo comunicado do Ministério da Defesa da Venezuela, a ordem prevê o deslocamento maciço de forças por meios terrestres, aéreos, navais, fluviais e de mísseis, além da mobilização das forças de segurança cidadã, comandos de defesa integral e da Milícia Bolivariana.
O anúncio ocorre num momento em que a Venezuela acusa os Estados Unidos de articular uma “mudança de regime” por meio de ações militares e instalação de operações no Caribe.
Por outro lado, Washington justifica suas ações como parte de um esforço para combater o narcotráfico na região e impedir que as drogas cheguem aos Estados Unidos.
Como será feita a mobilização?
De acordo com o documento divulgado pelo governo venezuelano, as medidas incluem:
- Exercícios em terra, mar e ar, com todos os componentes militares e de segurança sob “pleno preparo operacional”.
- Otimização dos sistemas de comando, controle e comunicações de todo o aparato militar.
- Cobertura nacional por meio da mobilização da Milícia Bolivariana e das forças regulares, além de envolvimento das estruturas de defesa integral do Estado venezuelano.
Histórico do conflito
A presença militar dos EUA na região inclui navios‑escolta, porta‑aviões e forças navais que, segundo Caracas, configuram uma “ameaça imperialista”.
Ainda nesta terça, autoridades norte-americanas confirmaram que o maior porta‑aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, já chegou à região da América Latina. Ele se junta a oito navios de guerra, um submarino nuclear e caças supersônicos, que já estavam na região do Caribe.
Desde o início de setembro, os EUA já atacaram embarcações com supostas cargas de drogas 19 vezes. Até o momento, 76 pessoas morreram.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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