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Mais de 700 mil pessoas podem perder emprego no Brasil com tarifaço de Trump, diz pesquisa

Uma nova pesquisa Genial/Quaest revela que a preocupação com o "tarifaço" é generalizada entre a população

Da redação
DA REDAÇÃO

20/08/2025 • 09:20 • Atualizado em 20/08/2025 • 09:20

Resumo

Impacto das tarifas americanas: Novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos podem resultar na perda de mais de 700 mil empregos no Brasil e uma queda de R$ 11 bilhões na arrecadação de impostos, conforme estudo do Dieese.

Setores afetados e reação pública: Os setores mais vulneráveis incluem metalurgia, alimentos, madeira, química e vestuário. Uma pesquisa da Genial/Quaest indica que 77% dos brasileiros acreditam que as tarifas prejudicarão suas vidas, com 71% considerando a ação americana como equivocada e persecutória em relação a Jair Bolsonaro.

Opiniões sobre retaliação e políticos: Diante das tarifas, 67% dos brasileiros defendem negociações para reverter a situação, enquanto 26% apoiam retaliações. Além disso, 69% acreditam que o deputado Eduardo Bolsonaro defende interesses próprios, com apenas 23% vendo-o como defensor dos interesses nacionais.

A imposição de novas tarifas comerciais pelos Estados Unidos pode custar mais de 700 mil empregos no Brasil, segundo um estudo recente do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A arrecadação de impostos também pode cair R$ 11 bilhões, caso não haja redirecionamento dos produtos brasileiros para outros mercados.

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Os setores mais vulneráveis seriam o agronegócio, agroindústria de alimentos, metalúrgico, madeireiro, químico e de vestuário. Uma nova pesquisa Genial/Quaest revela que a preocupação com o "tarifaço" é generalizada entre a população.

Para 77% dos brasileiros, a medida prejudicará a própria vida. A maioria (71%) acredita que a decisão do ex-presidente americano Donald Trump é equivocada e motivada por uma perseguição a Jair Bolsonaro.

Como resposta, 67% dos entrevistados defendem que o Brasil deve negociar para reverter o quadro, enquanto 26% apoiam uma retaliação com a taxação de produtos americanos.

O levantamento também mediu a percepção sobre a atuação de figuras políticas na crise. Questionados se o deputado Eduardo Bolsonaro defende os interesses do Brasil ou os de sua família ao pressionar o governo americano, 69% dos entrevistados responderam que ele atua em prol de interesses próprios e familiares.

Apenas 23% consideram que o parlamentar está defendendo o país, demonstrando um forte ceticismo da população em relação às suas motivações.

*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.