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Mananciais de SP iniciam março em níveis mais baixos do que em 2025

Apesar da recuperação registrada desde janeiro, o Sistema Integrado Metropolitano ainda opera abaixo de 50% da capacidade

Da redação
DA REDAÇÃO

02/03/2026 • 11:43 • Atualizado em 02/03/2026 • 11:43

Cantareira

Cantareira

Agência Brasil

Resumo

O início de março traz preocupação com o abastecimento de água na Grande São Paulo, pois o nível dos principais reservatórios está abaixo do registrado no ano passado, com o Sistema Integrado Metropolitano operando com menos de 50% da capacidade.

Ações do governo estadual e da Sabesp incluem obras de infraestrutura para integrar sistemas e políticas de redução da pressão da água, enquanto a colaboração da população com consumo consciente é considerada essencial para evitar crise.

O Sistema Cantareira, principal reservatório, apresenta recuperação para 36,2% da capacidade, mas ainda abaixo do ideal, com expectativa de que as chuvas de março ajudem a recompor os níveis em todos os sistemas da região.

O mês de março começa com um sinal de alerta para o abastecimento de água na Grande São Paulo. Apesar das chuvas das últimas semanas, o nível dos principais reservatórios que atendem a região metropolitana está consideravelmente abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, acendendo a preocupação sobre a segurança hídrica para os próximos meses. Atualmente, o Sistema Integrado Metropolitano opera com menos de 50% da capacidade total de armazenamento.

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A situação exige atenção, pois em 2025, mesmo com mais água disponível, a região já enfrentou momentos de dificuldade. A Sabesp e o Governo de São Paulo afirmam que estão tomando medidas para evitar uma crise, mas a colaboração da população, com o consumo consciente, continua sendo fundamental.

Cantareira se recupera, mas ainda inspira cuidados

O Sistema Cantareira, o maior e mais conhecido do conjunto de reservatórios, opera hoje com 36,2% da capacidade. O número representa uma melhora significativa em relação ao início de janeiro, quando o sistema chegou a preocupantes 18%. No entanto, a recuperação ainda não foi suficiente para alcançar os patamares de 2025, que eram mais confortáveis.

A aposta do governo estadual é que o mês de março, historicamente chuvoso, ajude a recompor o nível do Cantareira e dos outros sistemas, como o Alto Tietê, Guarapiranga e Rio Grande.

Para enfrentar o cenário desafiador, a Sabesp informou que está intensificando as obras de infraestrutura para melhorar a integração entre os sistemas, o que permite remanejar água de uma área para outra em caso de necessidade. Além disso, a companhia mantém a política de redução da pressão da água na rede durante a noite e a madrugada.

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