
Lula e Trump
Ricardo Stuckert / PR
Os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã tornaram mais remota a possibilidade de um encontro entre o presidente Lula e o americano Donald Trump ainda em março. A apuração é da colunista Mônica Bergamo. A conversa, presencial, em Washington, ainda não estava marcada oficialmente, mas o Planalto tinha a certeza que ela aconteceria até o fim do mês.
A colunista apurou que, até o início de fevereiro, a Casa Branca ainda não tinha se movimentado para agendar o encontro. A falta de uma data é um “banho de água fria” para Lula, segundo Mônica, porque a conversa é considerada estratégica. Além de acalmar a relação bilateral, o Planalto acredita que o encontro com Trump pode projetar a imagem do presidente Lula como uma figura internacional de prestígio, que já conversou com outras figuras, como Vladimir Putin, da Rússia, o líder chinês Xi Jinping, e o indiano Narendra Modi.
Dentro do governo, assessores de Lula já tem separado temas considerados de interesse para levar para a conversa com o americano, mas teme-se que, na prática, ela seja muito dura. Além disso, os Estados Unidos têm uma agenda para enfraquecer a China, que é a maior parceira comercial do Brasil.
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