Depois das falas de Javier Milei na convenção do PL, em que ele chamou o presidente do Brasil de “presidiário” e “escória socialista”, Lula decide não discutir com Javier Milei. Segundo a colunista de política da BandNews FM, Mônica Bergamo, a escolha foi por subir o tom contra o vizinho pelas vias diplomáticas, mas sem uma resposta formal.
A crítica de Milei citou a decisão de Moraes que proibiu o encontro entre o argentino e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em reação, o presidente do Supremo Tribunal Federal defendeu o trabalho do ministro.
Além da convocação do embaixador do Brasil em Buenos Aires, o ministro das Relações Exteriores também chamou para explicações o embaixador da Argentina em Brasília, Daniel Raimondi. Mauro Vieira transmitiu ontem (26) o repúdio do governo brasileiro às declarações de Milei e cobrou explicações sobre o comportamento do presidente argentino.
Mônica apontou que Javier Milei ofuscou Flávio Bolsonaro durante a própria convenção. Apesar das ofensas, a escolha do Planalto foi preservar a relação entre o Brasil e a Argentina.
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