Nos Estados Unidos para participar da audiência pública sobre as tarifas contra produtos brasileiros, o senador Flávio Bolsonaro terá cinco minutos para falar. O tempo é o suficiente para render cortes para as redes sociais, que podem amortecer o desgaste político do anúncio do tarifaço, que aconteceu na esteira da visita do bolsonarista ao presidente Donald Trump. A análise é da colunista de política da BandNews FM, Mônica Bergamo.
Acontece nesta terça-feira (07) em Washington a reunião com representantes comerciais dos Estados Unidos para tentar frear as novas taxas aplicadas contra os produtos do Brasil. Mais do que o pré-candidato à Presidência da República pelo PL, uma delegação de empresários embarcou, incluindo representantes de órgãos e grupos como CNI, FIESP, CNS, Kbalin, Taurus, entre outros.
Mônica lembra que o tarifaço pesa contra a família Bolsonaro no cálculo político. No ano passado, o outro filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, comemorou o primeiro tarifaço aplicado contra o Brasil. O cenário desgasta Flávio com o empresariado e com a população também.
As novas tarifas preocupam também os setores produtivos americanos, que dependem da produção brasileira como insumo. Entre os itens mais prejudicados estão: arroz, café solúvel e mel.
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