
Polícia Civil do Rio de Janeiro
Divulgação/PCERJ
Resumo
Operação Banca Suja: A Polícia Civil do Rio de Janeiro lançou a operação para desmantelar uma rede criminosa ligada ao PCC, envolvida em jogos de azar online e lavagem de dinheiro.
Impacto financeiro: O esquema movimentou mais de R$ 130 milhões em três anos, utilizando apostas fraudulentas e empresas de fachada para transferências de valores.
Involvimento de figuras públicas: O ex-jogador de futebol Léo Moura está sendo investigado por possível conexão com a empresa "Palpite na Rede", suspeita de envolvimento no esquema criminoso.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta quinta-feira (16) a Operação Banca Suja, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa responsável pela exploração de jogos de azar online e lavagem de dinheiro. O grupo é ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e à máfia de cigarros, segundo as investigações.
O esquema teria movimentado mais de R$ 130 milhões em apenas três anos, por meio de apostas fraudulentas e transferências de valores por empresas de fachada.
Ação policial e bloqueio de bens
A operação cumpre 15 mandados de busca e apreensão em endereços da capital fluminense e da Baixada. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 65 milhões em contas bancárias de pessoas e empresas ligadas à quadrilha.
O grupo operava por meio de sites e aplicativos de apostas online, que serviam também para ocultar o dinheiro proveniente de atividades ilegais. Parte dos recursos era lavada por meio de empresas de fachada e aplicações em criptomoedas, conforme o relatório da polícia.
Nome conhecido sob investigação
O ex-jogador de futebol e empresário Léo Moura não é alvo direto da operação, mas é investigado por possível ligação com a empresa “Palpite na Rede”, um dos negócios sob suspeita de envolvimento no esquema. A empresa é uma das principais investigadas por fraudes contra apostadores e uso de plataformas digitais para lavagem de dinheiro.
Ligações com o crime organizado
As investigações apontam que a organização mantinha relações financeiras com o PCC, grupo criminoso que expandiu suas operações para o mercado de apostas ilegais e contrabando. O grupo também teria conexões com a chamada máfia dos cigarros, envolvida na distribuição de produtos contrabandeados em diversos estados.
A Polícia Civil afirmou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e rastrear o destino dos recursos movimentados pela rede criminosa.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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