O colunista Rodrigo Orengo, da BandNews FM, repercutiu a avaliação dos congressistas sobre a pauta que tramita no Congresso Nacional que trata da legalização dos bingos, cassinos e jogo do bicho. A discussão circula em Brasília há décadas e foi recentemente reativado com a aprovação de uma proposta pela Câmara dos Deputados, em 2022. A proposta agora segue em debate no Senado.
Um dos principais argumentos a favor da legalização é a potencial geração de empregos e a contribuição significativa para a tributação.
De acordo com as normas propostas, "cada ganho acima de R$ 10 mil nesses bingos, nesses cassinos, uma vez aprovado, teria uma tributação de 20%", o que representa um montante significativo para os cofres públicos. Além disso, a legalização é vista como uma forma de regularizar uma atividade que já ocorre, mas de forma não regulamentada.
"Por que pode apostar em plataformas online de apostas esportivas, as ‘bets’, e não pode nos cassinos ou bingos?", questionou Orengo num repasse aos comentários que são feitos pelos parlamentares. Eles também apontam a discrepância entre a permissão para apostas esportivas e a proibição dos jogos de azar mais tradicionais.
Entretanto, a proposta enfrenta resistência, especialmente da bancada evangélica, que tem influência significativa no Congresso e se opõe firmemente à legalização. Este grupo levanta questões morais e sociais relacionadas ao jogo e suas potenciais consequências negativas.
Apesar dos desafios, o debate no Senado é visto como uma oportunidade de abordar essas questões com normas claras e mecanismos eficazes contra a lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas relacionadas ao jogo.
A discussão também inclui considerações sobre o grande investimento necessário para operar um cassino, que deve ser localizado em resorts ou embarcações, o que poderia incentivar o turismo e a economia local.
O histórico de jogos de azar no Brasil é longo e complexo. Desde a proibição dos cassinos em 1946, o país viu uma série de legalizações e proibições, culminando na reabertura do debate. A decisão final no Senado, se aprovada sem alterações, levará a proposta para sanção presidencial.
*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.
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