
Papa Leão XIV
REUTERS/Remo Casilli
O Papa Leão XIV viajou neste sábado (28) para Mônaco, um microestado da Riviera Francesa famoso por ser um paraíso fiscal e destino de milionários e bilionários. O pontífice, então, fez um pedido para que os moradores compartilhem suas riquezas e auxiliem os pobres.
Foi a primeira viagem de um papa ao segundo menor país do mundo em quase cinco séculos. De acordo com o Vaticano, a ida de Leão XIV até Mônaco tem como intuito demonstrar que pequenos países podem realizar uma grande influência mundialmente.
O príncipe Albert II e a princesa Charlène receberam o Papa no heliporto e foram para o Palácio do Príncipe, onde o pontífice declarou: “Aos olhos de Deus, nada é recebido em vão. Todo bem colocado em nossas mãos traz consigo a necessidade de não ser retido, mas compartilhado”.
Em discurso que seguiu os padrões adotados pelo pontífice anterior, Papa Francisco, Leão XIV ressaltou que cada bem depositado “em nossas mãos tem um destino universal”.
Leão XIV presenteou Albert II com uma obra do Vaticano, uma pintura de São Francisco de Assis, filho de comerciantes italianos que abdicou da herança para ajudar os pobres no século XIII.
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