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Moraes manda reabrir investigação sobre interferência de Bolsonaro na PF

Determinação vem após PGR se manifestar a favor de investigação mais ampla sobre acusação de uso da estrutura estatal; caso havia sido arquivado por ex-PGR Augusto Aras

Por Redação
REDAÇÃO

16/10/2025 • 17:45 • Atualizado em 16/10/2025 • 17:45

Moraes manda reabrir investigação sobre interferência de Bolsonaro na PF

Moraes manda reabrir investigação sobre interferência de Bolsonaro na PF

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Resumo

Pedidos da PGR: A Procuradoria-Geral da República solicitou ao STF a reabertura das investigações sobre suposta interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal, pedindo mais de R$ 1 milhão em indenizações e continuação das diligências.

Início do inquérito: As investigações começaram em 2020 após acusações de Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça, de que Bolsonaro tentava influenciar inquéritos policiais envolvendo seus familiares. A Polícia Federal inicialmente não encontrou indícios de crime, levando ao pedido de arquivamento por Augusto Aras, então PGR.

Posição atual da PGR: O atual Procurador-Geral, Paulo Gonet, discordou do arquivamento anterior e defende uma apuração mais ampla para verificar o uso indevido da estrutura do Estado e possíveis conexões com outras investigações sobre ataques a autoridades e instituições públicas. O caso está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes no STF.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a reabertura da investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por acusação de tentativa de interferência na Polícia Federal durante o governo dele. A decisão vai no mesmo sentido da manifestação da Procuradoria-Geral da República, que havia pedido ao STF a retomada das apurações.

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Além da retomada da apuração, a PGR solicitou uma indenização superior a R$ 1 milhão e a continuidade de diligências sobre o caso.

O inquérito original teve início em 2020, quando o ministro da Justiça à época, Sérgio Moro (hoje senador), fez acusações públicas de que Bolsonaro estaria tentando intervir em inquéritos policiais que envolviam familiares do então presidente.

Na ocasião, a Polícia Federal concluiu que as ações não configuravam crime, e o então Procurador-Geral da República, Augusto Aras, solicitou o arquivamento do caso ao STF.

Investigação ampla e relação com outros inquéritos

O atual Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, discordou do arquivamento e defendeu a necessidade de uma apuração mais ampla. Gonet entendeu que é crucial verificar se houve um uso indevido da estrutura do Estado nas alegadas tentativas de interferência na Polícia Federal.

O pedido da PGR também requeria que a Polícia Federal avaliasse possíveis conexões e ligações entre este caso e outras investigações que tratam da atuação de organizações que atacaram autoridades e instituições públicas.

O ministro Alexandre de Moraes é o relator deste inquérito no Supremo Tribunal Federal e decidiu pela reabertura do caso. Em maio do ano passado, o magistrado havia questionado se o atual Procurador-Geral da República manteria o pedido de arquivamento.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.