
Polícia Militar do Rio
Tânia Rêgo/Agência Brasil
Resumo
Investigação da morte do policial militar Eduardo Felipe Santiago Ferreira, que foi baleado após briga com colega William Amaral da Conceição, ambos PMs, em Vila Valqueire, Rio de Janeiro.
Detalhes do incidente mostram que após passarem o sábado juntos e sob efeito de álcool, os dois policiais saíram do mesmo carro e iniciaram um tiroteio, resultando na morte de Eduardo Felipe no local. William Amaral foi preso preventivamente.
Acompanhamento do caso pela Polícia Militar e Polícia Federal, com a apreensão das armas e análise de vídeos e laudos balísticos para esclarecer a dinâmica dos disparos e responsabilidades.
A Polícia Federal investiga a morte do policial militar Eduardo Felipe Santiago Ferreira, baleado durante uma briga com o colega e padrinho de casamento, o também PM William Amaral da Conceição, na madrugada de domingo (19), em Vila Valqueire, zona oeste do Rio de Janeiro. O caso, registrado por câmeras de segurança, mostra os dois saindo do mesmo carro e trocando tiros poucos segundos depois.
Imagens mostram confronto entre os dois PMs
Os policiais haviam passado o sábado (18) juntos e foram vistos em um bar da região, aparentemente sob efeito de álcool. As imagens obtidas pela polícia mostram o momento em que os dois saem pela mesma porta do carro e iniciam a troca de tiros.
Ferido, Eduardo Felipe morreu no local. O colega William Amaral, que sobreviveu, foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva durante audiência de custódia nesta segunda-feira (20).
Em depoimento, o militar afirmou não se lembrar do que aconteceu. Segundo a defesa, ele estaria em “estado de confusão mental” no momento do crime.
Corporação acompanha o caso
A Polícia Militar informou, em nota, que a Corregedoria-Geral da corporação acompanha a investigação e que as armas dos dois envolvidos foram apreendidas. A Polícia Civil, responsável pelo inquérito inicial, realiza perícias e vai analisar os vídeos e laudos balísticos para determinar quem efetuou os disparos fatais.
A Polícia Federal, que assumiu parte da apuração por envolver agentes das forças de segurança, deve ouvir novas testemunhas e aguardar o resultado das perícias para definir o andamento do processo.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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