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Presidente da CPMI lamenta ausência de investigado e diz que fraudes no INSS serão apuradas

Carlos Viana afirmou que, mesmo com cancelamento de depoimento, comissão seguirá apurando irregularidades.

Por Redação
REDAÇÃO

15/09/2025 • 20:46 • Atualizado em 15/09/2025 • 20:46

INSS

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Rafael Carvalho/Governo Federal

Resumo

Ausência do empresário Antônio Carlos Camila Antunes, apelidado de "Careca do INSS", na CPMI do INSS foi lamentada pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana. A defesa de Antunes utilizou uma decisão do STF para justificar sua não comparência.

Comissão pretende ouvir Maurício Camisotti, envolvido na Operação Cambota, que investiga fraudes em aposentadorias e pensões, na próxima quinta-feira. A operação envolve empresários e servidores públicos.

Bens apreendidos na investigação serão usados para ressarcir aposentados e pensionistas prejudicados, com cerca de R$ 2,8 bilhões já bloqueados pela Justiça. A CPMI continua trabalhando para identificar os responsáveis e avaliar os danos ao sistema de seguridade social.

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), lamentou a ausência do empresário Antônio Carlos Camila Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, que não compareceu à sessão da comissão marcada para esta segunda-feira (15).

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O empresário seria ouvido nesta manhã, mas a defesa informou que ele não compareceria, amparada em decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que tornou facultativa a presença do investigado.

Comissão mira novos depoimentos

A comissão mantém a intenção de ouvir ainda nesta semana o empresário Maurício Camisotti, também preso na Operação Cambota, deflagrada pela Polícia Federal. A expectativa é de que o depoimento aconteça na próxima quinta-feira (18).

A ação apura um esquema milionário de fraudes em aposentadorias e pensões, com participação de empresários e servidores.

Bloqueio de bens e ressarcimento

O presidente do INSS, Gilberto Waller Jr., destacou que os bens já apreendidos durante a investigação serão utilizados para ressarcir aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos. Apenas na última semana, cerca de R$ 2,8 bilhões foram bloqueados pela Justiça.

A CPMI segue com a coleta de documentos e depoimentos para identificar os responsáveis e dimensionar os danos ao sistema de seguridade social. Apesar das ausências, a comissão afirma que não haverá retrocesso na apuração das responsabilidades.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.