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Presidentes do Senado e da Câmara não participarão de ato pró-democracia

Alcolumbre está no Amapá, enquanto Motta alegou compromissos pessoais para justificar ausência

Da redação
DA REDAÇÃO

07/01/2026 • 13:23 • Atualizado em 07/01/2026 • 13:23

Davi Alcolumbre e Hugo Motta

Davi Alcolumbre e Hugo Motta

Edilson Rodrigues/Agência Senado

Resumo

Ausências dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, marcam o evento promovido por Lula no Palácio do Planalto em lembrança aos ataques de 8 de janeiro de 2023, com justificativas de compromissos pessoais e agenda no estado natal.

Expectativa de possível veto presidencial ao projeto de anistia aprovado no Congresso aumenta a tensão entre os poderes, enquanto o Legislativo opta por não organizar cerimônia para relembrar a data, diferente do Executivo e do Judiciário.

Promoção anual da solenidade pelo presidente Lula desde 2024 reforça a defesa da democracia, sendo Rodrigo Pacheco o único líder do Congresso a comparecer em anos anteriores; presença do presidente do STF, Edson Fachin, permanece incerta.

Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não vão comparecer ao evento previsto para o Palácio do Planalto em lembrança aos ataques a sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. A solenidade organizada por Lula acontece na quinta-feira (8).

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As ausências acontecem junto com o aumento da expectativa de um possível veto do presidente sobre o projeto aprovado no Congresso que anistia participantes da tentativa de golpe.

Neste ano, diferentemente do Executivo e do Judiciário, o Legislativo não programou nenhuma cerimônia para relembrar o caso.

Alcolumbre está no Amapá, estado natal, aproveitando o recesso parlamentar e cumprindo agenda, enquanto Motta alegou que tem compromissos pessoais para justificar a falta. Ainda não há confirmação sobre a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.

Desde 2024, o presidente Lula promove a solenidade para relembrar os atos do dia 8 de janeiro e reforçar a necessidade da defesa da democracia.

De lá pra cá, apenas Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que era presidente do Senado, compareceu como líder de alguma Casa do Congresso.