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Primeira Turma do STF condena, por 4 votos a 1, integrantes do 'núcleo 4' da trama golpista

Grupo é acusado de disseminar 'fake news' durante as eleições de 2022

Da Redação
DA REDAÇÃO

21/10/2025 • 18:27 • Atualizado em 21/10/2025 • 18:27

Primeira Turma do STF foi responsável pelo julgamento do núcleo 4

Primeira Turma do STF foi responsável pelo julgamento do núcleo 4

Gustavo Moreno/STF

Resumo

Condenação no STF: A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria para a condenação de sete réus do Núcleo 4, acusados de disseminar desinformação nas eleições de 2022 e tentar desestabilizar o Estado Democrático de Direito.

Ministros votantes: A ministra Cármen Lúcia e o relator Alexandre de Moraes votaram pela condenação, com apoio de Cristiano Zanin, enquanto Luiz Fux divergiu. Falta o voto de Flávio Dino para completar o julgamento.

Réus e acusações: Entre os acusados estão ex-militares e um agente da Polícia Federal, enfrentando acusações como tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, por 4 votos a 1, os sete réus do Núcleo 4 da trama golpista. Os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino seguiram o voto do relator do caso, Alexandre de Moraes, para condenar os envolvidos. Já o ministro Luiz Fux divergiu.

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O grupo é acusado de disseminar desinformação durante o período das eleições de 2022.

Os réus foram acusados de:

  • tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • golpe de Estado;
  • organização criminosa armada;
  • dano qualificado;
  • deterioração de patrimônio tombado.

A acusação e o contexto do julgamento

Os membros do ‘Núcleo 4’ foram acusados de articular ações de desinformação e de contribuir diretamente para o movimento golpista que tentou deslegitimar o resultado das eleições de 2022. A Procuradoria-Geral da República (PGR) tem defendido as condenações como forma de responsabilizar aqueles que, por meio de manipulação e disseminação de informações falsas, ameaçaram a estabilidade democrática do país.

São réus do núcleo 4:

  • Ailton Moraes Barros, ex-major do Exército;
  • Ângelo Denicoli, major da reserva do Exército;
  • Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal;
  • Giancarlo Rodrigues, subtenente do Exército;
  • Guilherme Almeida, tenente-coronel do Exército;
  • Marcelo Bormevet, agente da Polícia Federal;
  • Reginaldo Abreu, coronel do Exército.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.