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Reinaldo Azevedo: Isenção de IR, absurdo “analítico” e impedimento de ministros

Colunista da BandNews FM relembrou que a proposta de isenção do Imposto de Renda para aqueles que ganham até R$ 5 mil foi promessa de campanha de Lula

Por Redação
REDAÇÃO

20/03/2025 • 07:39 • Atualizado em 20/03/2025 • 07:39

Reinaldo Azevedo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou, nesta terça-feira (18), em cerimônia no Palácio do Planalto, o projeto de lei que visa ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF). O colunista da BandNews FM e apresentador de 'O É da Coisa', Reinaldo Azevedo, comentou o tema e a tentativa de impedimento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Caso o projeto de isenção do IR seja aprovado pelo Congresso, aqueles que ganham até R$ 5 mil por mês não vão pagar o imposto a partir de 2026. Segundo a proposta do governo, cerca de 10 milhões de contribuintes podem ser contemplados.

Analistas, no entanto, avaliaram que a decisão é política e visa aumentar a popularidade do governo. Para Reinaldo, todo político toma decisões pensando em política.

"O candidato de muitas dessas pessoas, que elas já o dão como eleito, que é o Tarcísio, esse não toma decisões pensando em política, ele sempre está pensando nas estrelas (...) quem sabe no bem na humanidade. Quando é que uma decisão tomada por um político também não tem um caráter político?", disse o colunista.

Reinaldo relembra ainda que a isenção do Imposto de Renda dentro dos padrões do projeto enviado ao Congresso era uma promessa de campanha de Lula

Impedimento de ministros do STF

A defesa dos envolvidos no inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado pedem o impedimento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes. O prazo para a votação termina nesta quinta-feira (20).

Segundo o colunista, não há razões para o impedimento dos magistrados no caso. "Só quero dizer que votar impedimento não havendo razão e não há de qualquer um deles, quem quer que o faça estará votando no próprio impedimento em demandas futuras considerando as razões apontadas, que são ridículas e insustentáveis", disse. A denúncia da PGR contra Bolsonaro será analisa pela Primeira Turma do Supremo no dia 25.

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