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Reinaldo: Lula e Haddad estão certos ao cobrar, de forma proporcional, impostos para os ricos

Para o âncora, Brasil tributa pouco os mais ricos e concentra carga nos mais pobres

Da redação*
DA REDAÇÃO*

27/06/2025 • 20:44 • Atualizado em 27/06/2025 • 20:44

Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo defendeu a atuação do presidente Lula e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que insistem em subir, de forma proporcional, os impostos dos mais ricos. Para o jornalista, o atual modelo tributário beneficia quem ganha mais e penaliza os mais humildes.

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“Rico paga menos imposto que uma professora”, afirmou o âncora no O É da Coisa desta sexta-feira (27), criticando quem resiste às mudanças propostas pelo governo. Segundo ele, é uma “vergonha” que a elite econômica brasileira pague tão pouco enquanto trabalhadores mais humildes arcam com o peso da carga tributária do país.

Reinaldo comentou especialmente o discurso recente de Lula no Tocantins, onde o presidente defendeu aumentar o imposto dos mais ricos para compensar a isenção para quem ganha até R$ 5 mil. O âncora lembrou que há uma “gritaria” toda vez que o governo fala em aumentar a tributação para setores privilegiados.

“Não quero que os ricos gostem de pagar mais imposto, mas é preciso falar a verdade sobre a realidade tributária brasileira. Quem não paga imposto e tem casa em Angra, apartamento em Miami, avião e lancha paga menos tributo proporcionalmente que um policial militar”, afirmou.

Reinaldo também reforçou as declarações dadas por Haddad na Faculdade de Direito da USP nesta sexta-feira (27), onde o ministro disse que ajustes fiscais normalmente são pagos pelos mais pobres, enquanto os mais ricos se mantêm protegidos. Segundo o jornalista, é isso que provoca a reação negativa quando o governo propõe mudanças para inverter a lógica atual.

“O ajuste fiscal só vira um problema quando você fala que quem vai pagar a conta é a turma da cobertura”, destacou, ironizando a reação dos setores mais privilegiados da sociedade brasileira. Ele lembrou que, em países europeus, o imposto sobre herança chega a quase 50%, enquanto no Brasil dificilmente ultrapassa os 8%.

O jornalista avaliou ainda que há uma ação política organizada contra o governo, com a finalidade de enfraquecer Lula e Haddad, especialmente no Congresso, pensando na eleição de 2026. “Querem cozinhar o governo em fogo brando, impedindo mudanças sociais e tributárias profundas, o que acaba sufocando qualquer proposta mais justa”, pontuou Reinaldo.

Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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