
São Paulo adota protocolo para enfrentar ondas de calor
Agência Brasil
São Paulo segue a tendência do Rio de Janeiro e cria o próprio protocolo de enfrentamento ao calor extremo na cidade. As ações são adotadas para reduzir casos de insolação e desidratação e implementadas sempre que a capital paulista ultrapasse os 32ºC. A cidade terá cinco níveis de calor. No primeiro, além da conhecida operação Altas Temperaturas, as secretarias vão reforçar a necessidade de hidratação e enviar alertas por SMS. No elevado, quando as temperaturas estiverem entre 35ºC e 37ºC por dois dias seguidos, a prefeitura deve ajustar os horários das atividades físicas nas escolas.No grau 3, classificado como "perigoso", com temperaturas entre 38ºC e 39ºC, a prefeitura abre a possibilidade de reduzir a jornada de trabalho de quem atua nas ruas, como garis e varredores. Além disso, irá instalar pontos de resfriamento e distribuir água para pessoas em situação de vulnerabilidade.No grau 4, classificado como "extremo", a prefeitura passa a adotar "ações emergenciais": esse nível é acionado quando os termômetros marcam entre 40ºC e 42ºC. Nesse nível, a promessa é aumentar a frota com ar condicionado no transporte público, mudar a prioridade de atendimento na rede pública de saúde e reforçar ações de hidratação para a população de rua. O último nível, o 5, chamado de "emergencial", é acionado quando as temperaturas ultrapassam os 42ºC ou a sensação térmica chega aos 55ºC. Nesse estágio as aulas serão suspensas, os eventos ao ar livre serão restritos e caminhões pipas serão usados para resfriar áreas urbanas.
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