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Se liga no golpe: alerta para o aumento do golpe do ingresso falso nas redes sociais

Na estreia de um novo quadro para prestar serviço aos ouvintes, Bandnews FM divulga informações importantes para evitar cair nesse tipo de fraude, que tem crescido no Instagram e no Facebook

LUANA PEREIRA

09/06/2025 • 09:30 • Atualizado em 09/06/2025 • 09:30

Se Liga No Golpe

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A BandNews FM estreia nesta segunda-feira (9) mais um selo que reforça a missão diária da rádio de prestar serviço e auxiliar os ouvintes. “Bandews alerta: Se liga no golpe” é a nova campanha para alertar sobre os diferentes tipos de crime que surgem a todo momento na ‘praça’.Um deles é a venda de ingressos falsos com a utilização de publicidade paga, que tem feito cada vez mais vítimas nos últimos tempos. Com a divulgação atingindo mais pessoas, o anúncio pode trazer uma falsa sensação de notoriedade.De shows internacionais ao jogo da Seleção Brasileira, esse tipo de crime tem como principal "palco" redes como o Instagram e Facebook.Na última semana, o empresário Marcelo Gomes caiu em um golpe e perdeu mais de R$ 600. Ele chegou a uma publicação impulsionada sobre a venda de ingressos para o jogo entre Brasil e Paraguai: “Pedi para o meu filho mais velho comprar depois de ver a publicação. Ele entrou no link direto do Instagram e fez o pagamento por Pix. Depois, percebemos que não chegava confirmação, só um ingresso falso, sem assento, sem informação nenhuma. Quando vimos os comentários, percebemos que era golpe e já era tarde demais”, conta Marcelo Gomes.Recentemente, a venda de ingressos para um show inexistente da cantora Céline Dion nos estados de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro também chamou a atenção de ouvintes da BandNews FM. Na ocasião, a publicidade paga ofertava ingressos a partir de R$ 380 com o apelo de ser “a última chance de ver a cantora no palco”.A cantora canadense, de 57 anos, está afastada dos palcos há pelo menos três anos, para tratamento da síndrome da pessoa rígida (SPR), doença degenerativa, sem cura, que causa dores e rigidez muscular, e que atinge uma ou duas a cada um milhão de pessoas.A publicidade paga no Instagram é feita pela plataforma Instagram Ads e permite que marcas e pessoas promovam posts, produtos ou serviços para atingir mais pessoas. O Facebook, que também pertence à Meta, também é usado pra esse tipo de fraude.A professora de pós-graduação em Direito Digital do Mackenzie e do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, Nuria López, ressalta a importância de checar sempre o nome da empresa na internet e órgãos do consumidor antes de qualquer compra: “O problema dos anúncios com ingressos fraudulentos é que, muito provavelmente, eles não vão ser barrados, porque eles vão ter um conteúdo “normal”. Fica aqui a nossa responsabilidade verificar isso nas fontes oficiais e sempre que nos depararmos com um conteúdo fraudulento, podemos fazer as denúncias na plataforma”, explica Nuria López.No Instagram, os conteúdos falsos podem aparecer tanto no feed de notícias, quanto nos Stories ou nos Reels.Em nota, a Meta, responsável pelo Instagram e pelo Facebook, afirma que está aprimorando a tecnologia para combater atividades suspeitas e que buscam fraudar ou enganar os usuários. A empresa recomenda que as pessoas denunciem no próprio aplicativo os conteúdos falsos.

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