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Síria deflagra operações contra células do Estado Islâmico

71 pessoas foram presas portando armamentos

MARCOS ROCHA*

08/11/2025 • 21:38 • Atualizado em 08/11/2025 • 21:38

Síria deflagra operações contra células do Estado Islâmico

Síria deflagra operações contra células do Estado Islâmico

Reprodução: Khalil Ashawi

Resumo

Operações Sírias: A Síria conduziu 61 operações preventivas contra células do Estado Islâmico, resultando na prisão de 71 pessoas e na apreensão de explosivos e armas.

Visita Presidencial: O presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, prepara-se para viajar aos EUA para um encontro com Donald Trump, visando fortalecer a coalizão contra o Estado Islâmico.

Relações Internacionais: As sanções anteriormente impostas ao presidente sírio pelos EUA e Reino Unido foram canceladas, melhorando as relações diplomáticas e facilitando um acordo de segurança entre Síria e Israel com mediação americana.

A Síria realizou operações preventivas em todo o país contra células do Estado Islâmico, neste sábado (08), segundo o porta-voz do Ministério do Interior. 61 perseguições foram feitas e resultou na prisão de 71 pessoas, com explosivos e armas, segundo o porta-voz em comunicado para a emissora Al Ekhbariya.

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As operações ocorreram antes de uma viagem do presidente Ahmed al-Sharaa para a capital dos Estados Unidos, Washington, onde se encontrará com o presidente Donald Trump para a coalizão dos dois países contra o Estado Islâmico.

O Pentágono e o Departamento de Estado americano não responderam pedidos de comentários até o momento. A capital dos EUA se prepara para montar uma presença militar na base aérea de Damasco, para tornar viável um acordo de segurança que os Estados Unidos estão intermediando entre a Síria e Israel, segundo fontes para a agência Reuters. Os EUA já enviaram tropas para o nordeste da Síria há anos.

Na última sexta-feira (07), o governo americano e o Reino Unido cancelaram as sanções aplicadas contra Sharaa. Os países classificavam o presidente e o Ministro do Interior sírio como terroristas, alegando ligação com a Al-Qaeda e o Estado Islâmico. O Departamento de Estado americano declarou que Donald Trump busca manter boas relações com o presidente sírio, retirando maior parte das sanções contra a Síria em julho.

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