
Collor é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Valter Campanato/Agência Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta segunda-feira (28) para manter preso o ex-presidente Fernando Collor, após investigações de corrupção e lavagem de dinheiro, feitas pela Operação Lava Jato.
O ministro e relator do caso, Alexandre de Moraes, recusou o último recurso do político e determinou sua prisão na última quinta-feira (24), após investigações de corrupção e lavagem de dinheiro, feitas pela Operação Lava Jato.
O ex-presidente foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão. O plenário do STF analisava se manteria ou revogaria a decisão de Moraes.
Votaram a favor da condenação: Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Dias Toffoli.
André Mendonça, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Nunes Marques votaram contra a decisão.
O ministro Gilmar Mendes chegou a solicitar que o julgamento ocorresse no plenário físico do Supremo, o que levaria a Corte a ter que reapresentar seus votos. No entanto, o próprio magistrado cancelou o requerimento, o que permitiu a manutenção do caso em plenário virtual.
A defesa de Collor sustenta que o estado de saúde do ex-presidente impõe que seria necessário o cumprimento da decisão em prisão domiciliar.
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