
Daniel Silveira está preso no Rio de Janeiro
Adriano Machado/Reuters
Resumo
Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, solicitou imagens de segurança para investigar suspeitas de visitas irregulares ao ex-deputado Daniel Silveira na prisão.
Direção do presídio Colônia Agrícola Marco Aurélio de Matos, onde Silveira está detido, foi afastada após permitir visitantes sem autorização da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro.
Investigação sobre encontros não autorizados de Daniel Silveira está em curso; STF aguarda entrega de videomonitoramento e Seap conduz apuração interna sobre o incidente.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a direção do presídio em que o ex-deputado Daniel Silveira cumpre pena apresente as imagens do circuito interno de segurança. A medida tem como objetivo apurar suspeitas de visitas irregulares recebidas pelo ex-parlamentar na unidade prisional.
Silveira está detido na Colônia Agrícola Marco Aurélio de Matos, em Magé, na Baixada Fluminense. Horas após a decisão do ministro, a direção do presídio foi afastada por permitir a entrada de visitantes sem o consentimento da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap).
Apuração em andamento
Segundo o despacho do STF, o gabinete de Alexandre de Moraes recebeu informações de que Silveira estaria se encontrando com pessoas em dias e horários não autorizados. Para esclarecer as denúncias, a Corte solicitou a entrega do material bruto de videomonitoramento da unidade.
Em nota, a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) informou que já reuniu as imagens de segurança para encaminhar ao Supremo. Procurada, a defesa de Daniel Silveira afirmou que não vai se pronunciar sobre o caso.
Condenação em 2022
Daniel Silveira foi condenado em 2022 a oito anos e nove meses de prisão, por incitação à violência e ameaças contra ministros do STF. Ele cumpre a pena na unidade agrícola de regime fechado na Baixada Fluminense.
Com a denúncia, a Seap abriu apuração interna para verificar as responsabilidades sobre a entrada de visitantes sem autorização oficial. A situação aumenta a pressão sobre a segurança e a gestão penitenciária da unidade onde o ex-parlamentar está preso.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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