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Temer diz sentir ‘saudades da Tuiuti’ e critica ‘bajulação’ em desfile

Ex-presidente, que foi retratado como vampiro em 2018, comentou o desfile da Acadêmicos de Niterói, que o mostrou tirando a faixa de Dilma Rousseff

Da redação
DA REDAÇÃO

16/02/2026 • 17:54 • Atualizado em 16/02/2026 • 17:54

Temer reage as falas de Lula sobre golpe: “sei lidar com bandido”

Temer reage as falas de Lula sobre golpe: “sei lidar com bandido”

Foto: Agência Brasil

Resumo

O desfile da Acadêmicos de Niterói, no Carnaval do Rio, abordou a trajetória de Lula e incluiu cena em que Michel Temer aparece arrancando a faixa presidencial de Dilma Rousseff, relembrando o impeachment e a posse de Temer.

A nota de Michel Temer citou "saudades da Tuiuti", referência à escola que o retratou como vampiro em 2018, e classificou o desfile atual como bajulação, defendendo a liberdade de expressão e a tradição da sátira política no Carnaval.

Crítica de Temer destacou preocupação com práticas políticas que considera "ilusionismo na Esplanada", citando irresponsabilidade fiscal, juros altos, endividamento público e a negação de reformas implementadas em seu governo.

O ex-presidente Michel Temer (MDB) comentou a menção feita a ele no desfile da Acadêmicos de Niterói no último domingo (15), no primeiro dia do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. O desfile abordou a trajetória do presidente Lula (PT).

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Em nota, Temer disse ter “saudades da Tuiuti”, em referência à "Paraíso do Tuiuti", escola de samba que o retratou como vampiro em 2018.

No caso do desfile do último domingo (15), o ex-presidente apareceu arrancando a faixa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Temer assumiu o cargo de presidente da República, após o impeachment da petista.

Temer referiu ao desfile da Acadêmicos de Niterói como uma bajulação. "Como o samba é o espaço da criatividade e da fantasia, não faz sentido cobrar rigor histórico num enredo ou questionar a troca da crítica social pela bajulação na Sapucaí", afirmou. "A sátira política é parte da tradição do Carnaval. E como defensor da liberdade de expressão e da liberdade artística, não julgo as escolhas feitas como tema na avenida".

Segundo ele, o problema é quando adotam o "ilusionismo na Esplanada, promovendo a irresponsabilidade fiscal, juros altos e o endividamento público crescente — e negando conquistas, como as reformas trabalhista, do ensino médio e da previdência".