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Trump ameaça 'desencadear o inferno' se Irã não aceitar fim da guerra

Países tentam negociar em meio à pausa do conflito

Da redação
DA REDAÇÃO

25/03/2026 • 22:16 • Atualizado em 25/03/2026 • 22:16

Trump volta a ameaçar Irã

Trump volta a ameaçar Irã

Reprodução: REUTERS/Elizabeth Frantz

Resumo

Anúncio da Casa Branca comunica aumento das ofensivas dos Estados Unidos contra o Irã caso não seja firmado acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio.

Declaração da secretária de imprensa Karoline Leavitt destaca ameaça de Donald Trump e alerta Teerã sobre riscos, enquanto conflito envolve Israel e outros países da região e já dura quatro semanas.

Negociações entre Trump e autoridades iranianas enfrentam impasse devido à rejeição das regras americanas e apresentação de condições por Teerã, como fim das agressões, criação de mecanismos de proteção, indenizações e reconhecimento de direitos no Estreito de Ormuz, mas seguem consideradas produtivas.

A Casa Branca anunciou nesta quarta-feira (25) que o presidente Donald Trump aumentará as ofensivas sobre o Irã, caso o país não feche um acordo para encerrar a guerra do Oriente.

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A secretária de imprensa do governo americano, Karoline Leavitt, trouxe a declaração à tona e alertou Teerã sobre o risco. "O presidente Trump não está blefando e está preparado para desencadear o inferno. O Irã não deve se enganar novamente", afirmou. O conflito, que já se estende por quatro semanas, envolve também Israel e outros países do Oriente Médio.

Trump alega que tenta negociar com o Irã, que rejeitou a primeira proposta por considerar as regras estabelecidas pelos EUA excessivas, como não desenvolver armas nucleares e a limitação de mísseis. "[O Irã] Não permitirá que Trump dite o fim da regra", declarou a autoridade iraniana em TV estatal. Teerã também apresentou suas condições:

- Fim das agressões e assassinatos contra o Irã e grupos envolvidos na região;

- Criação de mecanismos para impedir novos ataques ao país;

- Pagamento de indenizações e reparações de guerra;

- Reconhecimento do direito do Irã sobre o Estreito de Ormuz.

Apesar das discordâncias, as negociações continuam por serem "produtivas", segundo informou Leavitt.

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