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Trump diz que "segunda fase" do acordo de cessar-fogo em Gaza já começou e prevê "era de ouro"

Cerimônia para assinatura de acordo de paz, no Egito, contou com a presença de Mahmoud Abbas; Netanyahu não participou, alegando feriado judaico

Por Redação
REDAÇÃO

13/10/2025 • 23:38 • Atualizado em 13/10/2025 • 23:38

Trump com acordo de paz assinado no Egito sobre o massacre na Faixa de Gaza

Trump com acordo de paz assinado no Egito sobre o massacre na Faixa de Gaza

Suzanne Plunkett/Reuters

Resumo

Acordo de paz assinado: O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um acordo de paz entre Israel e Hamas no Egito, marcando o fim de dois anos de conflitos na Faixa de Gaza. A cerimônia contou com a presença de líderes internacionais e representantes de várias nações.

Detalhes do acordo: O acordo inclui a libertação de reféns israelenses e prisioneiros palestinos, ajuda humanitária contínua e o início da reconstrução de Gaza sob supervisão internacional. Estabelece também um comitê de monitoramento internacional para garantir o cumprimento das condições estabelecidas.

Repercussões globais: A assinatura do acordo foi celebrada mundialmente como um marco histórico que poderá trazer esperança e estabilidade para o Oriente Médio. Líderes mundiais, incluindo o presidente do Egito e representantes da ONU e da União Europeia, elogiaram o papel da diplomacia americana no processo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (13), no Egito, o acordo de paz entre Israel e o Hamas, durante a cúpula internacional de líderes mundiais em Sharm el-Sheikh. O evento reuniu chefes de Estado e representantes da ONU, Egito, Catar, Turquia e União Europeia, e marca o encerramento formal de dois anos de massacre na Faixa de Gaza.

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O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, participou da cerimônia e elogiou o papel de mediação dos Estados Unidos. Já o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, recusou o convite para comparecer, citando compromissos religiosos com o Simchat Torah, feriado judaico celebrado nesta segunda-feira.

“Era de ouro no Oriente Médio”

Na véspera do encontro, Trump discursou no Parlamento de Israel, em Jerusalém, e afirmou que o cessar-fogo entre Israel e o Hamas inaugura uma “nova era de prosperidade e estabilidade” na região.

“Não foi um acordo fácil, mas isso é o que o torna grandioso. As gerações que virão viverão uma era de ouro a partir de agora no Oriente Médio”, declarou o presidente americano.

Trump destacou o papel da diplomacia internacional e agradeceu ao governo egípcio pela intermediação do acordo. Segundo ele, a prioridade agora é garantir a reconstrução de Gaza e proteger a população civil.

O conteúdo do acordo

O acordo de cessar-fogo previa a libertação de reféns israelenses e de prisioneiros palestinos, a entrada contínua de ajuda humanitária na Faixa de Gaza e o início do processo de reconstrução do território sob supervisão internacional.

O texto também estabelece a criação de um comitê internacional de monitoramento, integrado por Estados Unidos, Egito, Catar, Turquia e União Europeia, encarregado de fiscalizar o cumprimento das medidas e impedir novas hostilidades.

Diplomatas envolvidos nas negociações afirmam que este é o primeiro passo de um plano mais amplo, que inclui a formação de um governo palestino de transição e a retomada do diálogo para a criação de dois Estados, com reconhecimento mútuo e segurança compartilhada.

Repercussão internacional

A assinatura do acordo foi amplamente elogiada por líderes globais. O presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, classificou o momento como “um marco histórico que devolve esperança à região”. A ONU e a União Europeia também celebraram o avanço, destacando o papel da diplomacia americana.

Em Washington, a Casa Branca afirmou que o tratado representa “o momento mais significativo da política externa dos EUA nas últimas décadas” e confirmou que Trump voltará a se reunir com Abbas e Netanyahu nas próximas semanas para discutir a implementação prática do acordo.

O pacto de paz entre Israel e Hamas, mediado ao longo dos últimos meses, é considerado o mais abrangente desde os Acordos de Oslo, em 1993, e pode redefinir o equilíbrio político e humanitário no Oriente Médio.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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