
Macalé foi morto em 2021, na Zona Oeste do Rio
Reprodução/TV Band
O celular de Edmilson da Silva, conhecido como Macalé - apontado como um dos responsáveis pela articulação da participação de Ronnie Lessa no assassinato da vereadora Marielle Franco - recebeu novos contatos e realizou ligações mesmo após a morte dele em novembro de 2021.
A informação consta em um dos relatórios da Polícia Federal sobre o assassinato da vereadora. O aparelho foi encaminhado para perícia em julho de 2023 após a prisão do ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa - um ano e oito meses após o assassinato de Macalé.
Segundo a PF, Macalé trocava de número, em média, a cada seis meses, para despistar os investigadores. A Polícia Federal ainda descobriu que o celular chegou a ter outros dois chips, antes do número que foi analisado pelos investigadores quando da perícia.
O relatório aponta também que quatro contatos foram adicionados ao celular após a morte de Macalé: Chuck, Marcelo Pres. TNLD, Sheila e Fábio Cabeça.
Macalé foi morto em 2021 quando passava na Avenida Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, com três gaiolas com passarinhos. Durante a colaboração premiada, Ronnie Lessa disse que foi convidado para o assasinato da vereadora Marielle Franco por Macalé.
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