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Corpo da publicitária Juliana Marins é enterrado em Niterói

Família da brasileira não descarta a possibilidade de tomar medidas legais contra autoridades do país asiático

Pedro Dobal
PEDRO DOBAL

04/07/2025 • 16:40 • Atualizado em 04/07/2025 • 16:40

Juliana Marins

Juliana Marins

Reprodução/Redes Sociais

A família da brasileira que morreu durante uma trilha na Indonésia não descarta a possibilidade de tomar medidas legais contra autoridades do país asiático. O pai da publicitária Juliana Marins, de 26 anos, criticou os protocolos de segurança do local onde o acidente aconteceu e a falta de estrutura para o resgate.

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O velório foi realizado nesta sexta-feira (4), no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, na Região Metropolitana, cidade onde a jovem vivia. Durante a manhã, a cerimônia aberta ao público reuniu dezenas de pessoas que se comoveram com o caso. À tarde, a despedida foi restrita a amigos e familiares.

Segundo a família, a administração do parque onde o acidente aconteceu se comprometeu a criar novas regras para evitar outras mortes no local.

O pai de Juliana afirma que a demora no acionamento da Defesa Civil da região pode ter impedido o resgate da filha ainda com vida. Manoel Marins diz esperar que a repercussão do caso ajude a evitar outras tragédias no local.

A irmã de Juliana, Mariana Marins, diz que a irmã deixa um legado de alegria e coragem. Ela ainda agradeceu todo o carinho recebido pela família ao longo das últimas duas semanas.

Apesar de uma decisão da Justiça ter autorizado a cremação, a família optou pelo enterro, para caso seja necessário exumar o corpo e fazer uma nova autópsia. O exame realizado na Indonésia não esclareceu pontos importantes, como o dia exato da morte.

Os parentes aguardam o resultado de uma segunda autópsia feita pelo Instituto Médico Legal do Rio. O laudo preliminar deve sair na semana que vem.

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