
Em nota, a Polícia Civil afirmou que as investigações estão em andamento para identificar o comparsa e localizar outras possíveis vítimas.
Reprodução/Câmera de Segurança
A defesa do policial militar preso suspeito de roubar um estabelecimento comercial na Vila Mimosa, na Zona Norte do Rio, nega as acusações. De acordo com os advogados do agente, o PM teria flagrado uma ocorrência de venda de drogas no estabelecimento, fez a abordagem, recolheu o material entorpecente, celulares e acionou reforço policial.
A Justiça do Rio negou o pedido de Habeas Corpus de João Luiz Coutinho da Silva, de 42 anos. A medida foi divulgada nesta terça-feira (30).
Na semana passada, segundo as investigações, o cabo da PM invadiu um comércio e rendeu funcionários e clientes. Na ocasião, o policial, que estava armado, teria roubado celulares e o dinheiro do caixa. Os policiais apreenderam ainda no estabelecimento, uma pistola, três carregadores e 25 munições.
João Luiz foi preso no dia 26 de dezembro. Em nota, a Polícia Civil afirmou que as investigações estão em andamento para identificar o comparsa e localizar outras possíveis vítimas.
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