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Funcionários da Fiocruz são orientados a não circular na unidade durante operação na Maré

A ação da Polícia tinha como objetivo capturar um traficante do Espírito Santo, mas ele não foi localizado

Gabriela Morgado
GABRIELA MORGADO

21/02/2025 • 08:07 • Atualizado em 21/02/2025 • 08:07

Os profissionais receberam um comunicado interno de nível de segurança 3

Os profissionais receberam um comunicado interno de nível de segurança 3

Reprodução

A Fundação Oswaldo Cruz precisou adotar um plano de contingência no campus Maré, na Zona Norte do Rio, durante uma operação da Polícia Civil do Espírito Santo na região.

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Na manhã desta sexta-feira (21), os profissionais receberam um comunicado interno de nível de segurança 3, orientando que não saíssem das dependências do prédio. Quem estivesse em casa deveria optar pelo trabalho remoto.

No campus Manguinhos, na mesma região, as atividades aconteceram normalmente, mas os trabalhadores também foram orientados a não acessar o local pela Avenida Brasil, uma das principais vias expressas da cidade.

Cerca de uma hora e meia depois, as atividades foram normalizadas, e a Fiocruz adotou um estado de atenção.

A operação tinha como objetivo capturar Bruno Gomes Faria, conhecido como Nonô, chefe de uma facção criminosa no Espírito Santo, e Alvino Pinheiro Bastos, conhecido como Calango, chefe do tráfico no bairro Jaburu, em Vitória. Um dos alvos chegou a ser localizado em casa, mas fugiu. A Polícia Civil do Rio deu apoio à ação e afirmou que os agentes foram atacados por criminosos.

Essa foi a segunda fase da Operação Conexão Perdida. As investigações mostraram que os bandidos extorquiam empresários dos setores de Internet, gás e água. Os valores eram movimentados por meio de diversas contas bancárias, incluindo uma lotérica e um "banco paralelo" no Complexo da Maré.

Sete escolas precisaram ser fechadas e duas clínicas suspenderam o início do funcionamento.

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