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Justiça do Rio nega pedido de Jairinho para anular provas digitais no caso Henry Borel

A defesa de Jairo Souza Santos Júnior deve recorrer da decisão da 7ª Câmara Criminal da Capital desta terça-feira

ERICKA LEVIGARD

13/05/2025 • 20:17 • Atualizado em 13/05/2025 • 20:17

Henry Borel

Henry Borel

Reprodução

A Justiça do Rio de Janeiro nega o pedido da defesa do ex-vereador Jairinho para anular as provas digitais do processo em que ele e a ex-namorada Monique Medeiros são réus pela morte do menino Henry Borel. A defesa de Jairo Souza Santos Júnior deve recorrer da decisão da 7ª Câmara Criminal da Capital desta terça-feira (13).

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Jairinho e Monique Medeiros da Costa e Silva são réus por tortura e homicídio. O caso aconteceu em março de 2021.

Os advogados haviam alegado que as provas digitais contra o casal extraídas de celulares apreendidos com os investigados e testemunhas do caso eram ilícitas.

A defesa contestou ainda o laudo de necropsia do corpo de Henry, filho de Monique.

Henry Borel morreu no dia 8 de março de 2021 no Hospital Barra D'Or, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Uma perícia revelou que Henry sofreu múltiplas agressões.

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