
A PF apura dois valores que a advogada não teria repassado a Oswaldo de Oliveira
Reprodução/Redes Sociais
A Polícia Federal investiga uma advogada suspeita de aplicar golpes milionários e saques indevidos do Fundo de Garantia de atletas e treinadores de futebol.
Uma das vítimas é o treinador Oswaldo de Oliveira, de 74 anos. Segundo o técnico, foram R$ 3,1 milhões de prejuízo. Além do treinador, ex-jogadores e atletas em atividade também teriam sido alvo de Joana Prado de Oliveira, que atua como advogada desportiva. Atualmente, ela faz parte da Comissão de Direito Desportivo da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio.
A PF apura dois valores que a advogada não teria repassado a Oswaldo de Oliveira referente a ações contra o Corinthians, em 2017, e o Fluminense, em 2020. Somados, o montante chega a R$ 2,5 milhões.
Além disso, a instituição também investiga dez saques indevidos feitos na conta do FGTS do treinador. As transações são referentes ao tempo de serviço de Oswaldo nos clubes Atlético MG, Vasco da Gama, Corinthians, Sport, Botafogo, Flamengo e Santos.
No período de um ano, a advogada realizou R$ 589 mil em saques de FGTS, zerando a conta do treinador. O maior valor foi de R$ 211 mil referente do Vasco da Gama.
A reportagem aguarda um posicionamento da advogada.
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