
Arma chamada Urutau, criada por brasileiro, se tornou símbolo global das armas fantasmas
Reprodução
O custo estimado de produção das armas através de impressoras 3D idealizado por criminosos brasileiros gira entorno de R$ 600 e R$ 800 por unidade. A informação consta na denúncia do Ministério Público contra uma organização criminosa desarticulada nesta quinta-feira (12).
O projeto Urutau, desenvolvido entre 2021 e 2024 por Lucas Alexandre Flaneto de Queiroz, conhecido como Zé Carioca, passou a ser um "ícone internacional e perigoso do movimento das armas fantasmas", segundo o MP. Além de ser semiautomático, o armamento possui a possibilidade de adaptação para tiro em rajada. A arma é classificada por relatórios forenses como armamento de alto poder letal, comparável a rifles convencionais.
Segundo a denúncia, já foram encontradas fábricas de armas no Brasil, assim como na Austrália e Nova Zelândia, além de impressoras 3D e componentes de carabina em uma residência. Na Nova Zelândia, o modelo Urutau foi apreendido em abril de 2025 durante a Operação Bismark9.
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