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"Projeto de armas 3D de criminoso brasileiro é 'divisor de águas'", diz MP

Arma chamada Urutau, criada por brasileiro, se tornou símbolo global das armas fantasmas e já foi apreendida em operações policiais fora do país

Por Redação
REDAÇÃO

12/03/2026 • 18:20 • Atualizado em 12/03/2026 • 18:20

Arma chamada Urutau, criada por brasileiro, se tornou símbolo global das armas fantasmas

Arma chamada Urutau, criada por brasileiro, se tornou símbolo global das armas fantasmas

Reprodução

O custo estimado de produção das armas através de impressoras 3D idealizado por criminosos brasileiros gira entorno de R$ 600 e R$ 800 por unidade. A informação consta na denúncia do Ministério Público contra uma organização criminosa desarticulada nesta quinta-feira (12).

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O projeto Urutau, desenvolvido entre 2021 e 2024 por Lucas Alexandre Flaneto de Queiroz, conhecido como Zé Carioca, passou a ser um "ícone internacional e perigoso do movimento das armas fantasmas", segundo o MP. Além de ser semiautomático, o armamento possui a possibilidade de adaptação para tiro em rajada. A arma é classificada por relatórios forenses como armamento de alto poder letal, comparável a rifles convencionais.

Segundo a denúncia, já foram encontradas fábricas de armas no Brasil, assim como na Austrália e Nova Zelândia, além de impressoras 3D e componentes de carabina em uma residência. Na Nova Zelândia, o modelo Urutau foi apreendido em abril de 2025 durante a Operação Bismark9.

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